TUMOR DE PELE

Tumor de Pele

Exérese de Tumor de Pele é uma cirurgia plástica estética que tem o objetivo de retirar, parcial ou totalmente, lesões benignas ou malignas de pele.

Sobre

A exérese de Tumores de Pele consiste na retirada (parcial ou total) através da cirurgia de lesões de pele (benignas ou malignas), respeitando as características da patologia em questão e buscando o melhor resultado estético-funcional possível.

Dentre os diversos tipos de tumores benignos, destacam-se: nevos, siringomas, queloides, lipomas, cistos, leiomiomas, neuromas, hemangiomas, entre outros.

Entre as lesões malignas, os tumores mais comuns são: carcinoma basocelular (CBC), carcinoma epidermóide ou espinocelular (CEC) e melanoma.

O planejamento do ato cirúrgico varia, dependendo das características da lesão (localização, tipo, tamanho). Inicialmente, o cirurgião poderá optar pela realização de uma biópsia (retirada parcial ou total da lesão) para estudo do fragmento em laboratório por profissional especializado (patologista) e futura programação do procedimento definitivo.

O tratamento completo poderá ser realizado em um ou mais tempos cirúrgicos, na dependência das características da lesão em questão. Muitas vezes a reconstrução definitiva da área inicialmente operada para a retirada de uma lesão grande ou com suspeita de malignidade, precisará ser adiada para outro momento.

No caso de lesões pequenas, a cirurgia poderá consistir na sua simples retirada e fechamento da pele da maneira mais discreta possível. Em lesões maiores, pode ser necessária a utilização de retalhos (recrutamento de tecidos sadios adjacentes à lesão) ou enxertos (segmentos de pele de espessura variável, obtidos de regiões sadias distantes à lesão) para o devido fechamento da ferida gerada após a ressecção.

Tumor de Pele

Tumor de Pele

Câncer de Pele

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, 135 mil novos casos de câncer no Brasil e o de pele responde por 25% de todos os diagnósticos.

A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, de acordo com a camada afetada, definimos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os Carcinomas Basocelulares (CBC) e os Carcinomas Espinocelulares (CEC). Mais raro e letal que os carcinomas, o Melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele.

A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada á exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento.

Apesar da incidência elevada, o câncer da pele não-melanoma tem baixa letalidade e pode ser curado com facilidade se detectado precocemente. Por isso, examine regularmente sua pele e procure imediatamente um profissional capacitado caso perceba pintas ou sinais suspeitos.

No caso de cirurgia das lesões malignas (já diagnosticadas por biópsia prévia), faz-se necessária a ampliação das margens de ressecção para além dos limites visíveis da lesão, orientada pelas características desta (localização, tipo, tamanho) e, possivelmente, por avaliação per-operatória (ao longo da cirurgia) dos fragmentos ressecados por um patologista, a fim de se conseguir a completa retirada com “margens livres” (ausência de doença residual local). Poderá estar indicada a cirurgia micrográfica de Mohs.

Além disso, nos casos de lesões malignas, pode ser necessária ainda a realização de complementações ao tratamento cirúrgico local, tais como: biópsia / ressecção de linfonodos, radioterapia, quimioterapia, terapia fotodinâmica, etc.


Carcinoma Basocelular - CBC

É o mais predominante dentre todos os tipos de câncer. O CBC surge nas células basais que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade, e pode ser curado em caso de detecção precoce.

O CBC surge mais frequentemente em regiões mais expostas ao sol como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Pode se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Em alguns casos, além da exposição ao sol, há outros fatores que desencadeiam o surgimento da doença.

Certas manifestações do CBC podem se assemelhar a lesões não cancerígenas, como eczema ou psoríase. Somente um médico especializado pode diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada.

O tipo mais encontrado é o nódulo-ulcerativo, que se traduz como uma pápula vermelha, brilhosa, com uma crosta central, que pode sangrar com facilidade.

Carcinoma Espinocelular - CEC

É o segundo mais predominante e se manifesta nas células escamosas, as que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço, etc. A pele nessas regiões normalmente apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade.

O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação.

Normalmente, o CEC tem coloração avermelhada e se apresenta na forma de machucado ou ferida espessa e descamativa, que não cicatriza e sangra ocasionalmente. Pode ter aparência similar a da verruga também. Somente um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto.

Melanoma

Tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, com 6.130 casos previstos no Brasil em 2013 segundo o INCA, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença.

O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, quando se trata de melanoma, muda de cor, de formato ou de tamanho, e pode causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita. Aliás, mesmo sem nenhum sinal suspeito, uma visita ao dermatologista ao menos uma vez por ano deve ser feita. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas pelo paciente. Além disso, uma lesão considerada “normal” para você pode ser suspeita para o médico.

Pessoas de pele clara, com fototipos I e II, têm mais risco de desenvolverem a doença, que também pode manifestar-se em indivíduos negros ou de fototipos mais altos, ainda que mais raramente. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. Normalmente, surge nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar.

Em estágios iniciais, o melanoma se desenvolve apenas na camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção cirúrgica e a cura do tumor. Nos estágios mais avançados, a lesão é mais profunda e espessa, o que aumenta a chance de metástase para outros órgãos e diminui as possibilidades de cura. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental. Casos de melanoma metastático, em geral, apresentam pior prognósticos e dispõem de um número reduzido de opções terapêuticas.

A hereditariedade desempenha um papel central no desenvolvimento do melanoma. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia(SBD).


Tumor de Pele

Sinopse

Procedimento: Exérese de Tumores da Pele.

Indicação: Retirada de tumores benignos e malignos.

Idade recomendada: Qualquer idade.

Anestesia: Local, local com sedação ou geral.

Duração: Variável, dependendo da complexidade da lesão.

Cicatriz: Depende do local e tamanho da técnica.

Recuperação: Geralmente, 1 dia.

Importante: Retorno ao cirurgião para o resultado da biópsia.

Cirurgia Reconstrutora relacionada:
Expansão Tecidual

Tumor de Pele

Tumor de Pele

Perguntas Frequentes

  • Nem toda lesão de pele exige retirada cirúrgica. Após a devida avaliação por médico qualificado, que examinará a lesão e os dados pessoais pertinentes, serão discutidas com o paciente as possíveis condutas, que variam desde o simples acompanhamento periódico, passando por tratamentos não cirúrgicos, até a cirurgia propriamente dita. Nos casos de tratamento cirúrgico, há ainda diversas possibilidades de planejamento, que deverão ser discutidas com o paciente.

  • A programação da cirurgia varia dependendo do tipo de lesão (se benigna, maligna, de crescimento rápido ou não, impondo limitações funcionais ou não, etc.), e só poderá ocorrer após a devida avaliação do paciente por médico qualificado.

  • O sucesso e a segurança do procedimento dependem muito de sua sinceridade durante a consulta. O cirurgião plástico deverá ficar sabendo em detalhes a respeito da lesão em questão (tempo de aparecimento, se houve trauma prévio na região, sintomas associados - coceira, sangramento, saída de secreção, etc. -, velocidade de crescimento, etc.). Se necessário, serão pedidos exames laboratoriais, biópsia, entre outros. Você será questionado sobre as condições pré-existentes de saúde ou fatores de risco, condições médicas e alergia medicamentosa. Relacionará o uso atual de medicamentos fabricados, medicamentos naturais, vitaminas, fumo, álcool, drogas, tratamentos médicos e cirurgias prévias. Ele discutirá as suas opções e recomendará um tratamento, bem como os prováveis resultados da cirurgia e quaisquer riscos ou complicações potenciais. Podem ser tiradas fotos para o prontuário médico.

  • O tratamento de câncer de pele, bem como qualquer forma de câncer, pode requerer cirurgia para remover os tumores. O cirurgião plástico remove lesões cancerígenas e demais lesões da pele utilizando técnicas especializadas para preservar sua saúde e sua aparência. Embora nenhuma cirurgia fique sem cicatrizes, o cirurgião plástico fará o possível para tratar o câncer de pele sem mudar radicalmente sua aparência. Para algumas pessoas, a reconstrução pode exigir mais de um procedimento para que se obtenham os melhores resultados.

  • Sim. É muito importante fazer perguntas ao cirurgião sobre o procedimento. É natural que sinta um pouco de ansiedade, seja expectativa com a nova aparência ou estresse pré-operatório. Não tenha vergonha de discutir estes sentimentos com o cirurgião plástico.

  • Enxertos de pele têm um risco adicional de rejeição e, por conseguinte, pode ser necessário haver uma cirurgia adicional para fechar a ferida. Preserve a sua saúde: depois de ter sido diagnosticado com câncer de pele, você apresenta maior risco de desenvolvê-lo novamente, pois ele também pode reaparecer. Então, é importante discutir os sinais de câncer de pele com o seu médico, fazer regularmente o autoexame de lesões suspeitas e agendar o exame anual de rastreamento de câncer.

  • Uma lesão pequena pode ser removida com excisão - um procedimento cirúrgico simples para remover a lesão da pele. O câncer de pele pode ser como um iceberg. O que é visível na superfície da pele, por vezes, é apenas uma pequena parte do tumor. Por baixo da pele, as células cancerígenas cobrem uma região muito maior e não há fronteiras definidas. Nestes casos, uma técnica especializada chamada cirurgia de Mohs pode ser recomendada. Seu cirurgião plástico pode recomendar uma seção de congelamento. Neste procedimento, a lesão cancerígena é removida e microscopicamente examinada por um patologista antes do fechamento da ferida para assegurar que todas as células cancerígenas tenham sido removidas. O objetivo é encontrar uma margem clara - área onde o câncer de pele não tenha se espalhado. Se as margens claras forem encontradas, a ferida resultante será reconstruída. Se as margens claras não estiverem presentes, o seu cirurgião plástico irá remover mais tecidos, até que toda a região tenha uma margem clara.

  • Uma lesão grande ou lesão que tenha sido removida em seções congeladas podem ser reconstruídas com retalho local. O retalho também pode ser necessário onde a excisão tenha resultado numa aparência desfigurada. O retalho local reposiciona tecido saudável adjacente sobre a ferida. A linha de sutura será posicionada seguindo os vincos e as curvas naturais da face, se possível, para minimizar a aparência da cicatriz resultante. Um enxerto de pele (pele saudável retirada de uma área do corpo e transferida para o local da ferida) pode também ser aplicado.

  • Recomendações pré-operatórias (tempo de jejum, medicamentos ou quaisquer outras substâncias que deverá suspender e com que antecedência, cuidados com o local da cirurgia);
    Tipo de anestesia e tempo de internação programados;
    Necessidade de ajuda no momento da liberação para casa;
    Tempo de repouso;
    Cuidados com a ferida operatória;
    Medicações que serão necessárias;
    Possíveis intercorrências / complicações.

  • Todo e qualquer procedimento cirúrgico envolve riscos. Estes, serão minimizados pela correta avaliação pré-operatória, planejamento cirúrgico e cuidados pós-operatórios adequados. Entre as possíveis intercorrências / complicações, podemos citar:
    Sangramento / hematoma (acúmulo de sangue internamente);
    Infecção;
    Cicatrização ruim (hipertrofia, queloide, retrações, alterações de cor);
    Alterações de sensibilidade;
    Necroses e perdas parciais ou totais de retalhos ou enxertos realizados;
    Recorrência da lesão;
    Reação aos produtos utilizados (fios de sutura, fitas, soluções injetáveis);
    Complicações inerentes ao ato anestésico;
    Necessidade de novo procedimento cirúrgico.

  • A cicatrização é um processo complexo e cheio de peculiaridades dependentes da natureza de cada um. Apesar de todos os cuidados competentes ao cirurgião, algumas vezes os resultados finais obtidos ficam abaixo do esperado. Converse com seu cirurgião e esclareça dúvidas, evitando frustrações e buscando possíveis alternativas para os resultados insatisfatórios.

  • Após a cirurgia para retirada de qualquer tipo de lesão de pele, o local operado ficará sensível, dolorido, avermelhado. Poderá ocorrer eliminação de pequeno volume de líquido pela ferida ou formação de crostas (casquinhas). Siga as orientações do seu cirurgião: evite atividades físicas que forcem o local operado, realize as trocas de curativo conforme as recomendações, faça uso das medicações prescritas corretamente, proteja a cicatriz do sol pelo tempo determinado, etc. Uma cicatriz final de boa qualidade é resultado de adequada técnica cirúrgica + fatores orgânicos próprios de cada paciente + devido manejo pós-operatório.

  • Toda cirurgia acarreta cicatriz(es). Dentro do possível, respeitando as características e necessidades de tratamento da patologia em questão (lesão de pele), as cicatrizes são planejadas de maneira a ficarem em posições que diminuam a tensão sobre seus bordos, facilitando a cicatrização, e/ou camufladas em relevos existentes na pele. A cicatrização é um processo complexo e cheio de peculiaridades dependentes da natureza de cada um. Alterações mais (fase inicial) ou menos (mais tardiamente) aparentes continuam a ocorrer mesmo após meses da realização do procedimento. Uma cicatriz final de boa qualidade é resultado de adequada técnica cirúrgica + fatores orgânicos próprios de cada paciente + devido manejo pós-operatório. Dependendo do tipo, tamanho, localização da lesão, maiores ou menores deformidades poderão advir do procedimento cirúrgico. No caso das lesões malignas (câncer de pele), apesar dos esforços visando o melhor resultado estético-funcional possível, o mais importante é que se consiga a cura da doença.

  • O cirurgião plástico pode tratar o câncer de pele através da remoção cirúrgica da pele cancerígena e restabelecer uma aparência mais normal. No entanto, algumas formas de câncer de pele precisam de tratamento adicional, como a terapia de radioterapia. Seu médico irá aconselhá-lo sobre todas as recomendações de acompanhamento do tratamento. A reconstrução pode proporcionar uma aparência mais natural, no entanto, nenhuma reconstrução é perfeita. Cicatrizes visíveis permanecerão sempre nos locais de incisão. Também, podem-se esperar alterações visíveis de cor, de textura e demais diferenças na pele em áreas reconstruídas. Em alguns casos, o tratamento do câncer de pele pode causar deformação na aparência. Embora todos os esforços sejam feitos para restaurar a sua aparência, deixando-a a mais natural possível, o fator mais importante é que o câncer de pele seja efetivamente curado.

  • Honorários do cirurgião;
    Equipe cirúrgica (médico anestesista, cirurgião(ões) assistente(s), instrumentação);
    Internação em hospital / clínica;
    Médico patologista / exame histopatológico;
    Materiais extras e/ou medicamentos;
    Enfermagem particular;
    Tratamento complementar pós-operatório.

  • Sua satisfação vale mais que os custos! Lembre-se que sua saúde está em jogo. O resultado do procedimento, bom ou ruim, acompanhará você pelo resto da vida. Procure um cirurgião devidamente qualificado e exija que sua cirurgia seja realizada em acomodações seguras. No final das contas, o barato pode sair caro.

  • Todo cirurgião plástico, devidamente qualificado cursou, no mínimo: 6 (seis) anos de graduação em Medicina + 2 (dois) anos de especialização em Cirurgia Geral + 3 (três) anos de especialização em Cirurgia Plástica (em Serviço credenciado pela SBCP - Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica). Ao final deste longo período de formação, faz-se necessária ainda uma avaliação final, englobando análise curricular + prova escrita + prova oral, para que o cirurgião possa enfim receber o Título de Especialista da SBCP. Todos os membros da SBCP podem ser encontrados na listagem disponibilizada no site da entidade. Informe-se sobre o seu cirurgião!

  • Use esta lista como um guia durante a consulta:
    Você tem Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)?
    Você foi treinado especificamente no campo da cirurgia plástica?
    Quantos anos de treinamento em cirurgia plástica você teve?
    Onde e como será realizado o procedimento?
    A instalação da sala de procedimento é autorizada pela Vigilância Sanitária de sua cidade?
    Sou um(a) bom(boa) candidato(a) a este procedimento?
    O que se espera de mim para que os melhores resultados sejam obtidos?
    Qual técnica cirúrgica é recomendada para o meu caso?
    Quanto tempo de recuperação posso esperar e que tipo de ajuda vou precisar durante minha recuperação?
    Quais são os riscos e as complicações associados ao meu procedimento?
    Como são tratadas as complicações?
    Quais são minhas opções se estiver insatisfeito(a) com o resultado estético do procedimento?


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