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Plástica

Questões relacionadas a cirurgias plásticas.

Blefaroplastia

Não obrigatoriamente. Podem ser recomendadas a colocação de compressas frias por alguns minutos, várias vezes ao dia, ato este controlado pelo(a) próprio(a) paciente, como profilaxia do edema acentuado. Alguns cirurgiões, entretanto, preferem a oclusão dos olhos no pós-operatório.

Nada mais são do que a infiltração do sangue na pele subjacente, e mesmo na conjuntiva ocular; são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Isto, entretanto, não constitui qualquer problema futuro e não é considerado como complicação, mas sim, uma intercorrência transitória e reversível.

Geralmente não. Mesmo que ocorra uma sensibilidade maior ou pequenos surtos de dor, estes poderão ser perfeitamente abolidos com o uso de analgésicos comuns.

Não existe uma idade ideal, mas sim, a oportunidade ideal. Essa oportunidade é determinada pela presença do defeito a ser corrigido e geralmente ocorre após a terceira década.

Se você está ciente do que deseja e o cirurgião puder lhe propiciar aquilo que pediu, sem dúvida compensa. Entretanto, é importante levar em consideração o fato de que a cirurgia das pálpebras não proporciona rejuvenescimento geral à face, quando executada isoladamente. Muitas pacientes esperam este resultado (rejuvenescimento) apenas com a blefaroplastia. O cirurgião plástico apenas melhorará esse território prejudicado pelos defeitos estéticos aí pré-existentes. O rejuvenescimento da face implica em outras condutas associadas à blefaroplastia. Os “pés de galinha”, mesmo que devidamente operados, nunca desaparecerão, ficando ainda o estigma, devido à ação do músculo orbicular e à perda da elasticidade da pele remanescente.

Como em qualquer cirurgia, durante a blefaroplastia o cirurgião manipula e trata os tecidos necessário tendo como consequência um edema (inchaço) e equimose (manchas roxas). A equimose geralmente desaparece com 1 semana após a blefaroplastia, porém pode perdurar por até 3 semanas. Muito importante neste momento é evitar o sol e raios UV pelo risco de ocasionar manchas hipercrômicas (escuras) devido a alteração do pigmento da hemoglobina que se encontra nas manchas roxas.
O inchaço tende a regredir gradativamente estando bem pouco com 1 mês. Este inchaço pode variar dependendo de alguns fatores como o tipo da cirurgia, o paciente e a técnica usada.

Após a primeira semana teremos aproximadamente 50% do resultado desejado. Com 1 mês há um resultado muito satisfatório. Entretanto, o processo de cacatrização e o resultado definitivo, como em qualquer cirurgia plástica, dá-se a partir de 6 meses e pode demorar até um ano ou mais.

Geralmente a paciente pode ter alta no mesmo dia da cirurgia quando realizada pela manhã. Entretanto, isto depende do tipo de anestesia e do paciente.

Pode durar de 30 minutos quando se realiza apenas a blefaroplastia superior, quanto 2 horas quando se faz a blefaroplastia completa com algum outro procedimento. Em média 90 minutos.

O período de recuperação após Blefaroplastia varia entre cinco a sete dias. Como todo procedimento médico cirúrgico o tempo de recuperação varia de paciente para paciente e de cirurgia para cirurgia.

As complicações da blefaroplastia são raras. As mais frequentes são sangramento, deiscência (aberura de ponto), inchaço persistente (edema), quemose, infeção e ectrópio (iversão da pálpebra). Complicações mais sérias como cegueira são muito raras, mas descritas.

Após a alta hospitalar deve-se fazer compressas com soro gelado a cada 2 horas, pingar um colírio e pomada oftalmológica prescritos pelo cirurgião plástico. Deve-se evitar exposição ao sol e se for necessária utilizar sempre óculos escuros para proteger dos raios ultravioleta. Os pontos são retirados com 3 a 5 dias e retorno às atividades a partir do terceiro dia.

As cicatrizes da cirurgia das pálpebras ficam convenientemente colocadas nas dobras naturais, minimizando assim sua aparência desde bem cedo. Ficam bastante discretas e, com o passar do tempo, a tendência é que fiquem imperceptíveis.

A blefaroplastia é a cirurgia plástica das pálpebras. É um procedimento que resolve os problemas do envelhecimento da região das pálpebras. Geralmente corrige o excesso de pele e gordura das pálpebras.

Geralmente se utiliza anestesia local com sedação. Algumas vezes pode ser necessário anestesia geral.

Não. Os pés-de-galinha são resolvidos com toxina botulínica (Botox). A queda das sobrancelhas com o procedimento de supensão de sobrancelhas. A queda da bochecha é corrigida com o lifting de terço médio.

O excesso de pele, as bolsas de gordura em excesso, os olhos encovados e a reposição dos contos dos olhos podem ser resolvidos com as cirurgias das pálpebras.

Cirurgia da Intimidade e Ninfoplastia

A partir dos 18 anos. A possibilidade da cirurgia para casos específicos de pacientes menores de idade que atingiram a maturidade sexual pode ser verificada. Cirurgias reparadoras podem ser indicadas para pacientes menores de idade. A paciente precisa ter maturidade sexual e entender bem o procedimento. Cirurgia ítima para menores são a excessão.

Não há problema em realizar o tratamento dos grandes e pequenos lábios simultaneamente. Podemos ainda tratar outras regiões íntimas da mulher como a região pubiana ("monte de Vênus"). Frequentemente realizamos esta cirurgia em associação com outras cirurgias plásticas como a lipoaspiração ou abdominoplastia.

Quando não houver mais dor local. Geralmente poucos dias.

Com 1 mês pode realizar atividades menos intensas. Com 2 meses está liberada para qualquer atividade.

Com seis semanas temos aproximadamente 70% do resultado. Entretanto, o resultado definitivo se dá com pelo menos 6 meses.

O local da cirurgia geralmente tem diminuição da sensibilidade transitória como em qualquer cirurgia. Entretanto, a sensibilidade sexual não é alterada pois não se manipula em nenhum momento o clitóris.

Geralmente algumas horas. O paciente pode ter alta no mesmo dia.

Não, só poderá ser considerado resultado definitivo após seis meses.

Isso não é necessário, pois os pontos da cirurgia são absorvíveis.

Cerca de 30 minutos.

Local com sedação ou peridural.

Normalmente, as evoluções das cirurgias estéticas são indolores, mas existe tal possibilidade. Portanto, o cirurgião plástico poderá indicar algum medicamento para a dor.

Sim, entretanto é indicado que a paciente aguarde de 6 a 12 meses.

Nos casos em que o pubis se encontra volumoso por excesso de gordura e a paciente se sente constrangida pela situação, o procedimento tem um boa indicação.

Está indicada para pacientes que apresentam flacidez ou excesso dos grandes lábios vaginais

Ninfoplastia é a cirurgia plástica para correção dos pequenos lábios vaginais. Nas pacientes que apresentam distorções nos pequenos lábios como assimetria ou excessos o procedimento está indicado.

Ginecomastia

Depende do tipo de exercícios. Aqueles relativos aos membros inferiores, poderão ser reiniciados por volta do 21 dias, evitando-se o "alto impacto". Os exercícios que envolvam o tórax, geralmente devem aguardar além de 45 dias. Lembre-se que seu tratamento será personalizado e a liberação de todas as atividades será feita gradualmente durante as consultas de retorno.

Geralmente, após 2 a 3 dias.

Damos preferência a pontos internos, com fios absorvíveis que não necessitam de retirada. Eventualmente usamos outros fios, que são retirados entre o 8º e 21º dia, sem maiores incômodos.

Sim. Curativos especiais com gazinha e micropore associados ao enfaixamento ou uso de um colete próprio que será indicado pelo cirurgião.

De algumas horas a um dia, dependendo de cada caso.

Dependendo de cada tipo de mama, de 1 a 2 horas, podendo-se estender um pouco mais, em certos casos. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória que dura aproximadamente 2 horas.

Geralmente esta cirurgia é feita sob anestesia local e sedação. Isto significa que o paciente vai permanecer, durante a operação, em um estado muito semelhante ao que se encontra quando está dormindo. Logo após o término da operação já estará acordado e consciente. Lembramos que o tipo de anestesia será escolhido conforme a necessidade de cada caso e em alguns casos poderá ser realizada anestesia geral ou a peridural.

Sim, toda cirurgia apresenta riscos. No entanto, raramente a cirurgia plástica mamária sofre complicações sérias. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente, e de ser uma cirurgia de pequeno a médio porte, em que não há manipulação em nenhum órgão vital. Existem os riscos inerentes a anestesia e a cirurgia. Os maiores riscos desta cirurgia são os seromas (acúmulo de líquido na região operada), sangramentos, infecções e a necrose da pele ou aréola.

Geralmente não, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à restrição da movimentação dos braços nos primeiros dias.

Apesar do resultado imediato e mediato satisfazerem bastante aos pacientes, somente entre o 6º e 12º mês é que as mamas atingirão sua forma definitiva.

Sim, existem vários recursos clínicos e cirúrgicos que nos permitem melhorar cicatrizes inestéticas. O acompanhamento no período após a cirurgia é fundamental para que possamos detectar alterações cicatriciais e atuar precocemente em seu tratamento.

Certos pacientes apresentam tendência à cicatrização hipertrófica ou ao quelóide. Esta tendência deverá ser avaliada pelo seu médico, durante a consulta inicial, oportunidade em que lhe são feitas perguntas sobre sua vida clínica pregressa, bem como características familiares, que muito ajudam quanto ao prognóstico das cicatrizes.

Sim, mas esta cirurgia permite-nos colocar as cicatrizes bastante escondidas, geralmente na transição entre a pele e a aréola. As cicatrizes passarão, obrigatoriamente, por diversas fases até que se atinja a fase final de maturação. Assim é que temos:

  1. PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto pouco visível Alguns casos apresentam uma discreta reação aos pontos ou ao curativo.
  2. PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período haverá um espessamento natural da cicatriz, bem como uma mudança na tonalidade de sua cor, passando do “vermelho" para o “marrom” que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural de cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois, o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais.
  3. PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao 18º mês. Neste período a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo.

Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia das mamas deverá ser feita após este período.

A cirurgia é realizada basicamente por duas técnicas dependendo da consistência do tecido mamário. Uma consiste na lipoaspiração do tecido gorduroso e tecido mamário frouxo e a outra na retirada, através de um corte, do tecido mamário fibroso, mais duro. A escolha da técnica será baseada em cada caso, sendo que, em alguns casos, as duas técnicas serão associadas.

Lipoescultura

Pode-se utilizar local, local com sedação, peridural ou geral. Depende do tamanho da lipoaspiração.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica recomenda retirada de no máximo 7% do peso corporal. Entretanto, é bom enfatizar que o objetivo da lipo não é o emagrecimento.

Pode-se realizar lipoaspiração de qualquer parte do corpo onde haja excesso de gorudra. Excessão são a face, as articulações e as regiões abaixo dos joelhos. As regiões mais comuns são o abdome, o dorso e os flancos.

Se a pessoa realizou um procedimento leve, em poucos locais, o processo de recuperação costuma ser bastante tranquilo. Nos dez primeiros dias, o paciente deve evitar praticar exercícios físicos pesados, como levantar peso ou fazer longas caminhadas. É importante ainda observar o aparecimento de manchas roxas. Caso diagnosticadas, o paciente deve evitar tomar sol até que elas desapareçam. Além disso, deve-se usar malhas de compressão, para evitar um edema, além de sessões de drenagem linfática, para amenizar o inchaço.

As complicações mais comuns são seroma excessivo (acúmulo de líquido), hematoma, irregularidades e assimetrias. Complicações sérias que colocam a vida em risco são raras mas existem.

O paciente deve ser submetido a todos os exames que são obrigatórios antes de qualquer outro tipo de cirurgia. É imprescindível a realização de uma boa avaliação clínica. É com ela que o médico diagnosticará quais são as necessidades específicas de cada pessoa. Numa pessoa idosa, por exemplo, a atenção pode ser voltada para problemas relacionados ao coração.

As principais contraindicações referem-se a casos de pacientes que tenham excesso exagerado de peso ou muita flacidez de pele. Se a pessoa não apresenta condições clínicas adequadas - quando tem hipertensão, alergia severa ou arritmia, por exemplo - o procedimento também é desaconselhado.

Não. Atividades físicas e exercícios localizados conseguem eliminar este de gordura também. Entretanto, muitas pessoas, pela própria constituição do organismo, não conseguem diminuir a gordura localizada em determinadas regiões. Nestes casos, a lipoapiração tem papel importante.

A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico indicado para pessoas que têm um acúmulo de gordura localizada que a paciente não consegue eliminar através da combinaçâo de dieta e exercícios físicos. A lipoaspiração e lipoescultura não é um método de emagrecimento.

Na lipoaspiração, apenas retira-se a gordura de um determinado local do corpo. Na lipoescultura, o médico usa a mesma gordura retirada na lipoaspiração e a enxerta em outro lugar que o paciente desejar remodelar ou preencher outras partes do organismo melhorando forma e contorno assim como depressões.

Mastopexia

Sim. Este procedimento chama-se mastopexia com prótese e é indicado para este tipo de paciente. Além de fazer a montagem da mama, reposionar a aréola e retirar o excesso de pele faz-se a inclusão do implante de silicone ganhando forma e volume.

O período de cicatrização demora de 6 meses a 1 ano ou mais. O resultado definitivo de qualquer cirurgia geralmente demora este período. Inchaço (edema) são frequentes neste pós-operatório mediato (recente).

O retorno às atividades profissionais pode ser feito com 1 a 2 semanas dependendo da atividade. Atividade física pode ser retomada com 1 mês e atividade física de grande impacto a partir de 2 meses.

Geralmente se utiliza anestesia geral ou peridural para as mastoplastias. Anestesia local com sedação pode ser utilizada em casos selecionados de pacientes e com equipe (cirurgião e anestesiologista) acostumada com este tipo de anestesia. Assim como a técnica cirúrgica empregada, o tipo de anestesia é discutido entre o médico, anestesiologista e o paciente.

A correção de assimetria das mamas é uma das indicações de mamoplastia seja de aumento (prótese), seja mastopexia ou redução das mamas. O tipo de cirurgia para cada paciente deve ser individualizado. Se for possível simetrizar suas mamas através da mastopexia sem prótese, isto será uma boa opção. Somente após avaliação pelo cirurgião poderá se diagnosticar e tratar corretamente você.

No aumento do "seios" ou mastoplastia de aumento com implante ("prótese") a paciente geralmente possui pouco tecido mamária e não há sobra de pele. A inclusão do implante de silicone é suficiente para harmonizar a mama.

Quanda a paciente possui uma ptose (queda) da mama com sobre de pele e tecido mamário "caído" indica-se a mastopexia. O correto diagnóstico e tratamento só podem ser efeitos após avaliação do paciente.

As complicações da mastopexia são raras. A complicação imediata mais frequente é o hematoma. O tratamento é drenagem ao diagnóstico. Felizmente é de ocorrência rara. As outras complicações como infecção, deiscência (abertura dos pontos), ciatriz quelóide e assimetrias podem ocorrer. Todos estes detalhes podem ser discutidos na consulta médica.

Algumas contra-indicações que considero absolutas para a mastopexia.

  • A paciente não deseja realizar a cirurgia. Está fazendo a cirurgia para terceiros;
  • A paciente não entende a cirurgia;
  • A paciente não tem condições de realizar adequadamente o pré e pós-operatório;
  • A avaliação pré-operatória detectou algum grave problema de saúde. Não vale a pena correr o risco para realizar uma cirurgia estética;
  • A paciente não aceita em nenhuma hipótese cicatrizes.

Existem vários outros detalhes e contra-indicações relativas que podem adiar a cirurgia.

Quando a paciente deseja realizar a cirurgia de mastopexia e engravidar em breve, recomendo realizar a cirurgia somente após a gravidez e amamentação. Isto porque a gravidez e amamentação modificam a forma, o volume e a pele das mamas. Realizar a mastopexia e engravidar a seguir pode comprometer o resultado. Fazer a mastopexia após a gravidez e amamentação permite um resultado mais previsível e provavelmente mais duradouro. Se a paciente não pretende engravidar nos próximos anos, pode-se realizar a cirurgia com mais previsibilidade e a paciente aproveitar mais os resultados.

Os riscos da cirurgia de mastopexia e da anestesia quando bem indicadas são bem baixos. Evoluções desfavoráveis como cicatriz patológica, acúmulo de liquido temporário e hematoma são descritos. O risco de complicações mais sérias são semelhantes aos riscos do cotidiano (viajar de carro, avião ou atravessar uma via pública).

Não existe uma restrição alimentar ou dieta específica após a mastopexia. No pós-operatório recente, recomendo evitar alimentos com digestão difícil como frituras e gordura. É interessante também comer fibras, frutas, vegetais folhosos e granola e beber bastante líquido como água e sucos. Isto contribui para um bom funcionamento intestinal já que após qualquer cirurgia este pode ficar um pouco lento.

A grande maioria das pacientes conseguem amamentar sem problemas. A mastopexia assim como qualquer mamoplastia pode afetar a amamentação, porém isto ocorre com uma frequência baixa. Isto depende ainda de outros fatores como técnica empregada, tamanho das mamas, quantidade de tecido mamário retirado e ou manipulado dentre outros.

Como qualquer cirurgia que produz cicatriz a mastopexia pode evoluir com cicatriz quelóide. O quelóide é uma cicatriz patológica que ocorre pela exacerbação do processo de cicatrização. Ocorre mais frequentemente em negros e asiáticos e não há, ainda, um método definitivo para prever sua evolução antes das cirurgias. Alguns fatores podem predizer uma cicatrização desfavorável, porém não se pode garantir que o quelóide não ocorrerá. História na família de quelóide, cicatriz hipertrófica ou quelóide prévios aumentam os riscos.

A mastopexia é uma das técnicas de mamoplastia (cirurgia das mamas) que os cirurgiões plásticos utilizam. O objetivo da mastopexia é o "levantamento" assim com melhorar forma e contorno das mamas. As mamas das mulheres tendem a sofrer vários impactos durante a vida. O tempo, as alterações após as gravidezes, a utilização de medicamentos como hormônios, a gravidade dentre outros contribuem para torná-las menos consistentes, mais "caídas" (ptose) e mais flácidas (sobra de pele). Na mostopexia conseguimos elevar as aréolas, retirar pele e dar forma às mamas. Podemos, ainda, aumentá-las utilizando próteses mamárias na chamada mastopexia com próteses.

Se você está satisfeita com o tamanho e forma da mama e a única coisa que lhe incomoda é o tamanho ou forma das aréolas, pode realizar este procedimento isoladamente. Não é necessário deixar outras cicatrizes além daquelas nas aréolas.

Prótese de Glúteo

Em média de 2 horas. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.

Os glúteos terão seu volume aumentado através da cirurgia, melhorando sua consistência e forma com a intervenção cirúrgica. Assim é que, neste caso, pode-se escolher o novo volume, pois se dispõe de vários tamanhos e tipos de próteses de silicone a serem introduzidas. Deverá existir uma harmonia entre o volume das nádegas e o tamanho do quadril, característica esta que deve ser objetivada no planejamento da cirurgia. A nádega operada passará por vários períodos evolutivos em função do processo cicatricial.

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir, entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Geralmente não realizamos correções cicatriciais antes de 6 meses. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida comigo.

As cicatrizes serão permanentes, e vão se modificando com o decorrer do tempo. Cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em alguns casos, tornar-se imperceptível.

Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertrófica e quelóide). Este fato deverá ser discutido, durante a consulta inicial, bem como suas características familiares. Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatrização.

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. A cicatriz hipertrófica ou quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando se pode fazer a avaliação da fase em que se encontra.

Conhecida popularmente como rejeição, é uma retração exagerada da cápsula fibrosa (cicatriz interna) que se forma em torno da prótese, que determina diferentes graus de endurecimento à região, quando palpada. Alguns casos podem sofrer retração e em casos de esvaziamento, esta retração poderá ser mais acentuada, se isto ocorrer as próteses poderão ser retiradas e trocadas. Posteriormente, ambos, eu, cirurgião, e você, paciente, poderemos ponderar sobre a conveniência ou não da reintrodução de outras próteses, com um diferente plano de introdução ou outra conduta que melhor se adapte ao caso. A retração da cápsula não reflete um problema cirúrgico, mas sim, um comportamento reacional exacerbado do organismo, devido à presença das próteses de silicone.

Entre o 7º e o 14º dia de pós-operatório. Alguns pontos podem ser retirados com tempo maior.

Não se pode prever a ação da gravidez sobre as nádegas, podendo haver preservação da forma, e em outros casos, queda em graus variáveis, muito relacionado com grandes ganhos de peso.

Nenhuma operação da parte da frente do corpo deve ser realizada junto com a prótese glútea, exceto lipoaspirações de pequena monta. Plástica de mama ou abdôme são contra indicados. É possível associar lipoaspiração, tratamento de retrações glúteas ou ate mesmo enxertar gordura para ajudar a finalizar a modelagem.

Dentro do maior músculo da região, chamado glúteo maior. A prótese é colocada exatamente no meio do músculo, mantendo assim a mesma quantidade de músculo atrás e na frente, o que consegue mascarar a presença de uma prótese.

A maior parte dos pacientes consegue voltar ao trabalho em torno de dez dias. Pode voltar a um atividade de trabalho que não exija grande esforço físico.

Não é necessário repouso no leito, podendo caminhar e sentar ainda com um pequeno desconforto. A maior parte dos pacientes consegue, após o sétimo dia, fazer pequenos passeios, sair para jantar, etc.

Existem próteses nos tamanhos 160cc a 550cc. O volume utilizado depende do biotipo da paciente e normalmente situa-se na média de 300cc. Tanto o formato redondo como o oval existem em todos tamanhos.

O período de repouso para a recuperação no pós-operatório é de 30 dias, somente após este período poderá dirigir. Por vezes, a paciente poderá prolongar o seu repouso pós-operatório para lograrmos um bom resultado. Todas essas colocações devem ser informadas na consulta inicial, caso seja necessário afastamento de suas atividades por um período maior.

Como em toda a cirurgia, podem ocorrer assimetrias, sangramentos, infecções, seromas e, em alguns casos, dor no local por um período mais prolongado.

Pode existir dor de média à forte intensidade, normalmente associada ao andar e se movimentar que é facilmente evitada por analgésicos apropriados.

Já poderá sentar-se no dia seguinte à cirurgia (apoiando as coxas), para não forçar as próteses.

Geralmente não utilizamos dreno. Quando necessário realizamos drenagem de algum líquido que se acumula no local.

A cicatriz é situada no sulco interglúteo, prega natural entre as nádegas. O tamanho da cicatriz é em torno de 7 cm, menor tamanho que possibilita a colocação da prótese de glúteo.

A modelagem glútea permanece por 60 dias e é importante uma cinta modeladora de boa qualidade que dá conforto no pós-operatório.

Você deverá deitar-se de bruços por aproximadamente 14 dias.

Geralmente por um dia.Pode ter alta no mesmo dia.

Normalmente, utiliza-se a anestesia peridural para o procedimento. Pode-se utilizar também a anestesia geral.

Para pessoas jovens que tem a nádega pouco desenvolvida, desde que não tenha sobra de pele ou flacidez de pele.

Prótese de Panturrilha

Sim. Lipoaspiração, implante de prótese de mama, mamoplastia, rinoplastia alguns dos procedimentos possíveis.

Geralmente peridural com sedação.

Após um mês poderá realizar depilação com cera. Antes disso deverá ser com lâmina.

Após dois meses da cirurgia.

Depende de seu trabalho. Trabalhos que não necessitam andar muito ou dirigir podem ser retomados com alguns dias. Se for necessário movimentar muito os membros inferiores, será necessário pelo menos 2 semanas de repouso.

A partir da segunda semana.

Não. Haverá dor principalmente nos primeiros dois dias que cessam com analgésicos prescritos pelo cirurgião plástico.

As próteses poderão ser posicionadas atrás da fáscia muscular interna ou externa do músculo gastrocnêmico. Por este motivo não preenche a canela.

A cicatriz tem aproximadamente 5 cm de extensão, se localizando na prega posterior do joelho.

Como toda cirurgia plástica, haverá uma cicatriz. Entretanto, a cicatriz da prótese de panturrilha localiza na prega posterior do joelho e tende ser bem discreta.

Reconstrução de Mama

Sim. A radioterapia tende a tornar a pele local mais dura e pouco elástica. Isto pode interferir em certos tipos de reconstrução. Entretanto, temos várias técnicas de reconstrução de mama que podem contornar o problema.

Nas cirurgias que se utiliza retalhos, a anestesia geral é utilizada. Em outros procedimentos menores pode-se utilizar anestesia local e sedação.

Raramente a cirurgia de reconstrução mamária traz sérias complicações, desde que realizada dentro de critérios técnicos. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório. Os riscos são inerentes a uma cirurgia de grande porte mas são contornáveis na maioria dos casos. Estes incluem problemas de hematomas, infecções, sofrimento da pele do retalho (perda de parte do retalho), problemas tromboembólicos, entre outros. Felizmente são raros no dia a dia deste tipo de cirurgia.

Não. A dor pós-operatória é compátivel com outras cirurgias plásticas de mesmo porte e cede com os analgésicos prescritos.

A cicatriz da área dorsal é planejada para ficar coberta pelo sutiã lateralmente. Já a cicatriz resultante do tram localiza-se horizontalmente logo acima da implantação dos pêlos pubianos, prolongando-se lateralmente em maior ou menor extensão, dependendo do volume do abdome a ser corrigido. Esta cicatriz é planejada para ficar escondida sob as roupas de banho (há casos, mesmo em que a própria “tanga” poderá ser usada).Elas infalivelmente passarão por vários períodos de evolução, como se segue:

  1. Período imediato: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto excelente e pouco visível. Alguns casos apresentam discreta reação aos pontos ou ao curativo.
  2. Período mediato: Vai do 30º dia até o 6º mês. Neste período haverá espessamento natural da cicatriz, bem como mudança na tonalidade de sua cor, passando de “vermelho” para o “marrom”, que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes.

    Como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais.

  3. Período tardio: Vai do 6º ao 12º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia do abdome deverá ser feita após este período.

Sim. A tatuagem tem sido um método bastante utilizado nos dias atuais para se realizar a reconstrução da aréola, atingindo-se boa simetria em relação ao formato e tonalidade da aréola da mama oposta.

Não. Em geral, são necessárias três etapas para que a reconstrução mamária seja completada. Inicialmente é realizada a cirurgia da reconstrução da mama propriamente dita. Numa segunda cirurgia é realizada a simetrização da mama oposta e realizados retoques na mama reconstruída, caso sejam necessários. Numa última etapa é realizada a reconstrução do mamilo e aréola.

Não. Por melhor que seja o resultado atingido numa reconstrução mamária, haverá diferenças em relação à mama natural. Essas diferenças se mostram presentes nas alterações de sensibilidade, consistência e volume das mamas que são reconstruídas.

A escolha do tipo de reconstrução da mama se dá em decisão conjunta entre o cirurgião plástico e a paciente. As características físicas de cada paciente são analisadas, assim como a opinião de cada uma é levada em conta para que haja a escolha da técnica de reconstrução a ser utilizada.

A escolha pela reconstrução mamária imediata ou tardia depende basicamente da vontade da paciente. A reconstrução imediata traz melhora da auto-estima da mulher, encorajando-a mais para o tratamento subseqüente à cirurgia. Porém, a reconstrução mamária tardia pode ser realizada sem prejuízo no que diz respeito ao resultado final da reconstrução.

Ritidoplastia

Cada caso é analisado individualmente, durante a 1ª consulta. Algumas pacientes procuram, com esta cirurgia, ficar “mais bonitas”. Este não é o objetivo fundamental da cirurgia, mas apenas um efeito a mais a que se busca. Nessa ocasião, o cirurgião deve esclarecer sobre todos os detalhes aqui relatados, bem como aqueles eventualmente esquecidos. Desde que tenha-se decidido mutuamente a realizar a cirurgia (médico e paciente) é porque o resultado compensa. Caso contrário, a cirurgia deverá ser recusada.

Você não deve se esquecer que, até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, hipersensibilidade de algumas áreas, insensibilidade de outras, são comuns a todos os pacientes. Evidentemente, alguns pacientes apresentarão estes fenômenos com menor intensidade que outros. Esperamos que você esteja neste grupo. Caso não esteja, não se preocupe. Dê tempo ao tempo, que o seu organismo se encarregará de dissipar todos estes pequenos transtornos que, infalivelmente, chamarão a atenção de alguma pessoa estranha, que não se furtará à observação: “Houve alguma complicação? Será que isto vai desaparecer?” É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser a nós transmitida. Daremos esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade. Em tempo: Um curto período de “depressão emocional” poderá ocorrer nos primeiros dias, devido ao aspecto transitório. Isto é passageiro e geralmente advém da “ansiedade em ser atingir o resultado final o quanto antes”. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia de rejuvenescimento facial deverá ser avaliado antes dos 3 meses pós-operatórios.

Os cabelos são cortados somente naquelas áreas onde se planeja localizar as cicatrizes. No pós-operatório imediato, este inconveniente poderá ser perfeitamente disfarçado, com penteado adequado.

A partir do segundo e terceira dia pós-lifting facial poderão ser lavados e penteados os cabelos. Deverá ser feito com cautela e cuidado. Para secá-los, utiliza-se secador manual com ar discretamente aquecido. As tinturas somente deverão ser utilizadas após a 3ª semana.

Nas pálpebras, 5 dias após a retirada dos pontos. Na face, em torno do 5o. dia.

Grande parte dos pontos são absorvíveis e não necessitam ser retirados. A maioria dos pontos das pálpebras é removida após 72 horas. Os remanescentes (face, pescoço, couro cabeludo), entre 8 e 12 dias.

O pós-operatório geralmente não apresenta problema de dores, desde que o(a) paciente observa as recomendações do cirurgião. Ocasionalmente poderá ocorrer discreta dor, que poderá ser perfeitamente sedada com analgésico de linha comum.

Rarmente a oclusão completa dos olhos é necessária. Quando houver cirurgia das pálpebras (Blefaroplastia) associada ao lifting facial, recomendamos a aplicação de compressas de gase ou algodão embebido em água fria sobre os olhos, ou conduta similar. Estas podem ser trocadas a cada 3 ou 4 horas. Isto diminui a intensidade do edema pós-operatório sobre os olhos. Quando não há cirurgia das pálpebras (Blefaroplastia), não é necessário compressas ou oclusão.

Geralmente são utilizados curativos secos do tipo capacete. Este curativo é retirado em torno das primeiras 24 horas no momento da alta hospitalar. Após este período um leve curativo sobre as cicatrizes pode ser utilizados.

Meio período até vinte e quatro horas, de acordo com a necessidade de cada caso. Sempre são levados em conta o conforto e segurança do paciente.

Em caso de cirurgia completa, envolvendo face, pálpebras e pescoço, o ato cirúrgico poderá se extender por 3 ou 4 horas, dependendo do caso. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Tudo isso é informado em detalhes por nossa equipe.

Geralmente utilizamos anestesia geral. Entretanto, a anestesia local ou associada a sedação podem ser utilizadas, dependendo de cada caso. Deverá sempre ser realizada em hospital e por um especialista em anestesiologia.

Evidentemente que sim. Como em toda cirurgia plástica ,a única maneira de se avaliar o resultado obtido é a comparação entre as fotografias pré e pós-operatórias, realizadas sob condições fotográficas idênticas nesses 2 períodos. As fotografias dos(as) pacientes fazem parte integrante de seus prontuários médicos.

Raramente a cirurgia de rejuvenescimento determina sérias complicações. Entretanto, sendo um procedimento cirúrgico, ocasionalmente poderão ocorrer imprevistos na evolução. Felizmente, isto geralmente é passível de correções posteriores, mediante revisões cirúrgicas, permitindo-nos obter o resultado almejado. Não existe qualquer obrigatoriedade do cirurgião em intervir posteriormente (retoques, correções ou complementações), desde que a seqüela não se deva a imperícia , negligência ou imprudência profissional.

A cirurgia da face, pescoço e pálpebras retarda visualmente o processo de envelhecimento desses territórios. Retarda mas não interrompe o processo evolutivo do organismo. Este será mais ou menos intenso de acordo com alguns fatores como tipo de pele, exposição ao sol, consumo de cigarro ou álccol e técnica cirúrgica empregada. Em alguns casos, há necessidade de retoques ou revisão cirúrgica após certo tempo. Com o tempo, se a paciente desejar, poderá realizar um segundo lifting facial.

A cirurgia plástica visa melhorar o aspecto da flacidez, rugas, sulcos e papada, dando assim um rejuvenescimento à face. As cicatrizes, entretanto, serão permanentes, apesar de irem se tornando cada vez menos visíveis com o decorrer do tempo. Enquanto isto não ocorre, recursos cosméticos como a maquiagem e penteados adequados disfarçam perfeitamente o inconveniente criado pelas cicatrizes recentes. Além disso, cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em certos casos, tornar-se praticamente invisível o seu vestígio. Apesar desta advertência prévia, muitos pacientes costumam olvidar-se dos detalhes que são transmitidos durante a consulta inicial e passam a preocupar-se especificamente com a presença das cicatrizes, no período pós-operatório imediato e mediato. Por isso, todas a dúvidas devem ser bem esclarecidas. Pruridos (coceiras), ardor ou insensibilidade poderão ocorrer eventualmente sobre as cicatrizes. Isto será temporário e tenderá a desaparecer.

Não é possível, através da cirurgia, transformar uma face de 40 anos em outra de 20. Apesar disto parecer óbvio é importante frizá-lo pois certas informações errôneas são transmitidas por leigos desinformados ou pela mídia distorcida, fazendo alguns pacientes acreditarem na possibilidade de se fazer “o relógio do tempo” ser retardado conforme sua vontade. Nenhum cirurgião plástico logrará este intento.

Rinoplastia

Evidentemente. A rinoplastia proporciona grandes satisfações. Lembre-se no que lhe foi dito anteriormente: cada caso é analisado individualmente na 1ª consulta, ocasião em que lhe são esclarecidos todos os detalhes aqui relatados, bem como aqueles que por lapso tenham sido olvidados. Desde que nos decidamos mutuamente a realizar a cirurgia (médico e paciente), é porque o resultado compensa. Caso contrário, deve-se recusar a operação. Esta despretensiosa mensagem foi elaborada com intuito de informa-lo(a) a respeito da Rinoplastia.

V. não deve se esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, dificuldade respiratória nos primeiros dias, são comuns a todos pacientes; evidentemente, alguns apresentam estes fenômenos com menor intensidade que outros. Esperamos que você esteja neste grupo. Caso não esteja, não se preocupe. Dê tempo, que seu organismo se encarregará de dissipar todos os pequenos transtornos que, infalivelmente, chamarão a atenção e alguma pessoa que não lhe poupará a pergunta: “... algo de errado não estará acontecendo?”. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião plástico, e somente a ele, que tem condições de lhe esclarecer e tranquilizá-lo(a). Em tempo: geralmente existe um período de euforia, logo que se retira o gesso ou o imobilizador (7º dia). Em raros casos, uma discreta ansiedade advém, em decorrência do aspecto transitório do edema e das manchas sanguíneas. Isto é passageiro e geralmente reflete o desejo de se atingir o resultado final o quanto antes. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia estética do nariz deverá ser avaliado antes do 6º mês pós-operatório.

Enquanto houver equimose (roxo) na pele, não se pode expor ao sol. Isto porque o sol altera um pigmento que está na equimose (sangue) e pode manchar a pele. Geralmente esta equimose desaparece entre 7 a 21 dias. Após este período pode-se expor ao sol mas sempre utilizando protetor solar FPS 30 ou mais. Entretanto, para exposições longas (praias, banhos de sol), aconselha-se aguardar um período mínimo de 30 a 45 dias.

Sempre com a cabeça discretamente elevada do leito (travesseiro). Deve-se manter a face voltada para cima, sempre que possível. Estas posições diminuem o risco de dormir sobre o nariz o operado.

Raramente uma cirurgia de rinoplastia determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório. O perigo não é maior ou menor que uma viagem de avião ou automóvel, ou mesmo um simples atravessar de via pública.

Raramente. A rinoplastia apresenta pós-operatório bastante confortável. Quando ocorrer uma eventual dor, esta é facilmente combatida com analgésicos, que lhe serão receitados como preventivos.

Existe um pequeno sangramento, que é normal nas primeiras 48 horas. Isto, entretanto, não deverá ser motivo de preocupação pois um curativo de proteção, sobreposto a abertura do nariz, é conservado propositadamente, a fim de aparar esse sangramento. Esse curativo adicional poderá ser trocado em casa, tantas vezes quanto necessário.

Naqueles narizes em há alterações ósseas importantes é necessário realizar fratura nasal para corrigi-las. Nestes casos, o nariz é mantido imobilizado com gesso ou outro material imobilizante. É necessário manter o gesso que o recobre e estabiliza o nariz 7 dias, em média. Em alguns casos é utilizado o tamponamento nasal , que poderá ser deixado por 24 a 72 horas. Se for realizada a correção simultânea do septo, poderá ser ultrapassado este tempo, com troca de tampões. Todos os curativos são traquilamente retirados no consultório.

Poderá variar de meio período até 1 dia de internação. Tudo dependerá do tipo de anestesia utilizada e da recuperação do paciente no pós-operatório imediado. Geralmente nossos pacientes podem ter alta no mesmo dia. Entretanto, seu médico procurará determinar o tempo de internação, sempre visando seu maior conforto e segurança.

Em média 2 horas. Em alguns casos este tempo é ultrapassado, desde que as circunstâncias assim o exijam. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

Na maioria dos casos utilizamos anestesia geral. Pode ser utilizada a anestesia loca e local com sedação também. Ficará critério de cirurgião e paciente decidirem qual o mais indicado em cada caso.

Raramente a Rinoplasia determina sérias complicações. Entretanto, sendo um procedimento cirúrgico, ocasionalmente poderão ocorrer imprevistos na evolução. Felizmente, esses eventuais imprevistos são passíveis de correções posteriores, mediante revisões cirúrgicas, em pró do resultado planejado.
Os possíveis “imprevistos” não devem ser confundidos com as formas intermediárias pelas quais passa o nariz, no pós-operatório mediato, até que atinja sua forma definitiva.
Quaisquer dúvidas a respeito de uma possível complicação pós-operatória serão esclarecidas pelo seu cirurgião, que se antecipará a informá-lo (a) a respeito disto, sem qualquer constrangimento.

O resultado de uma rinoplastia persiste por longo tempo. Após alguns anos, como em qualquer parte do organismo, poderão ocorrer algumas alterações morfológicas na região nasal.

A prática nos mostra que, em alguns casos, após realizada a rinoplastia os sintomas crônicos que vinham incomodando o paciente há anos, poderão ser minimizados ou mesmo desaparecer. Isto, entretanto, não poderá ser assegurado para todos os casos. O importante é esclarecer que as funções respiratórias deverão ser preservadas após a rinoplastia. A coriza pode ser consequência da rinite alérgica que geralmente é tratada com medicamentos.

A Rinoplastia também, visa, se possível, melhorar as condições respiratórias do paciente, quando estas condições são precárias no nariz original. Apesar de haver alguma dificuldade respiratória no pós-operatório mediato (algumas semanas), isto se deve ao fato do “edema” também existir na parte interna do nariz, assim como o movimento de “válvula respiratória” fica prejudicado nesse período, por alteração da elasticidade das asas. Com o decorrer do tempo tende a normalizar-se. Problemas respiratórios poderão estar ligados ao septo que, na maioria dos casos, corrigimos no mesmo tempo cirúrgico. Quando a correção do septo demanda cuidados especiais, a rinoplastia deverá ser feita numa segunda oportunidade, após ter sido corrigido o septo.

Várias fases são características do pós-operatório do nariz. Assim é que, numa 1ª fase (logo após a retirada do gesso, em torno o 7º dia), apesar de corrigidos vários defeitos estéticos do nariz original, notamos um edema (inchação) que vai diminuindo com o passar dos dias e que tende a se normalizar em torno do 6º mês. Existem pacientes que atingem o resultado definitivo um pouco antes, bem como outros que ultrapassam este período. A persistência ou não do edema transitório por um período mais longo que o normal geralmente não interfere no resultado final.

Não. Existe um equilíbrio estético entre o nariz e a face, equilíbrio este que o cirurgião deve observar, a fim de preservar a naturalidade e autenticidade dessa face. Cada caso é estudado minuciosamente, a fim de que se possa dar ao nariz a melhor forma possível, dentro das exigências da face. Se a sua escolha coincidir com aquele tipo de nariz planejado, sem dúvida seu desejo será atendido. Cirurgião e paciente deverão estar de acordo com o resultado possível de se obter.

Após a rinoplastia moderna haverá uma pequena cicatriz externa pouco aparente, como consequëncia de uma incisão (cortes) feita na columeula. Em outro casos, impõe-se a colocação de cicatrizes externas ( pouco visíveis ) na asa nasal para diminuir o nariz largo. Tudo isto para proporcionar um melhor resultado à forma final ou mesmo à fisiologia nasal. Em alguns casos, não há necessidade de cicatriz externa e a cicatriz é totalmente escondida dentro das narinas.

Lipoaspiração

Até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases são características deste tipo de cirurgia. Entretanto, poderá lhe ocorrer alguma preocupação no sentido de “desejar atingir o resultado final antes do tempo previsto”. Seja paciente pois seu organismo se encarregará de dissipar todos os pequenos transtornos intermediários que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma de suas amigas que não se furtará à observação: “sera que isto vai desaparecer mesmo”? É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida a nossa equipe, e lhe daremos todos os esclarecimentos necessários, para sua tranqüilidade. Em tempo: Em algumas pacientes, ocorre uma certa ansiedade nesta fase, decorrente do aspecto transitório . Isto é passageiro e geralmente reflete o desejo de se atingir o resultado final o quanto antes. Lembre-se que nenhum resultado deverá ser considerado como definitivo antes dos 6 aos 9 meses.
Condutas complementares em Academias, com esteticistas ou mesmo fisioterapeutas, poderão melhorar bastante o resultado final, pois, a modelagem muscular é um fator de grande importância no novo contorno corporal.

Geralmente no dia seguinte à cirurgia.

Consideramos essencial a drenagem linfática pós lipoaspiração. Pode ser iniciada no primeiro dia após a cirurgia.

Dependendo da extensão da área aspirada e do tipo de anestesia ( local com sedação, peridural , geral ) o período de internação poderá variar de algumas horas até 1 dia.

Dependendo da extensão das áreas a serem tratadas, o tempo varia de 1 a 3 horas, podendo ser ultrapassado em alguns casos.

Anestesia geral, peri-dural ou local assistida.

Raramente a lipoaspiração traz sérias complicações, desde que realizada dentro de critérios técnicos. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia simultaneamente a outras. O perigo não é maior nem menor que qualquer outra cirurgia eletiva, ou mesmo uma viagem de avião ou de automóvel, e até o simples atravessar de uma rua. Entretanto, é importante levar em conta, que grandes volumes retirados poderão determinar riscos, tanto no ato operatório quanto no pós-operatório. É consenso, na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que o volume total de gordura a ser retirado por sessão, não ultrapasse a 5 a 7% do peso corporal. Você receberá informações detalhadas sobre o volume ideal para o seu caso na consulta médica.

Geralmente de baixa intensidade. Uma lipoaspiração ou lipoescultura de evolução normal não deve apresentar dor, desde que obedecidas as orientações pós-operatórias. Eventuais incômodos são resolvidos com a utilização de analgésicos e anti-inflamatórios.

O resultado poderá ser preservado, desde que na nova gestação seu peso seja controlado por especialista. Se você voltar ao seu peso anterior e sua pele não apresentar flacidez e estrias decorrentes da gravidez, as formas obtidas serão mantidas. Devemos salientar, entretanto, que o corpo da mulher sofre variações da forma com o decorrer do tempo, devido à disposição da gordura nas diversas áreas corporais, principalmente no abdome, cadeiras e coxas. Assim é que a cada 5 ou 10 anos, a disposição da gordura no corpo muda de pessoa para pessoa. Mesmo assim, aquele excesso retirado nas áreas devidas, sempre lhe proporcionarão uma melhor evolução, mesmo que você venha a ganhar certo peso.

Esta escolha é livre. Seu manequim e seu gosto lhe dirão.

Geralmente sim. Dependendo do seu tipo de tronco (conjunto tórax + abdome), poderemos ter um resultado bastante natural . Também tem grande importância, sob este aspecto, a espessura do panículo adiposo (espessura da gordura) que reveste o corpo.

Nas primeiras semanas ou mesmo meses, essas áreas, além de estar sujeitas a períodos de “inchaços”, poderão apresentar alguns pontos mais densos que outros. Esses geralmente só são perceptíveis à palpação e tendem a desaparecer após o 3o. mes. Com o decorrer dos meses, tendo-se realizado as devidas drenagens linfáticas e os exercícios orientados para modelagem, vai-se gradativamente atingindo o resultado definitivo. Nunca se deve considerar como definitivo qualquer resultado, antes de 6 a 9 meses do pós-operatório.

As cicatrizes resultantes de uma lipoescultura ou lipoaspiração são mínimas, localizadas em diversas partes do corpo, de modo a permitir acesso às áreas a serem operadas. Seu tamanho varia entre 5 a 8 milímetros e são planejadas para ficar pouco visíveis. São escondidas nas pregas naturais e ficam praticamente imperseptíveis.

Sendo uma cirurgia que retira determinada quantidade de gordura, evidentemente haverá uma redução no peso, que varia de acordo com o volume corporal de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que cada área determinada mantenha com o restante do tronco e os membros. Assim é que, as mulheres que apresentam certo abaulamento no abdomem ou em outras partes do tronco, assim como nos quadrís e parte superior das coxas, poderão ter uma pele firme ou eventualmente flácida. A avaliação correta de 3 itens: qualidade da elasticidade da pele, quantidade de gordura e sua localização, nos permitem avaliar o resultado. Há casos, em que o(a) paciente está com o peso acima do normal. Recomendamos um equilíbrio prévio, antes da cirurgia, o que nos leva a aconselhar àqueles(as) que assim se apresentem a prosseguir com um tratamento clínico ou fisioterápico prévio. Existem casos em que retira-se gordura de certas áreas e reinjeta-se esta gordura retirada sob condições assépticas em outras regiões que necessitam aumentar seu volume. Parte dessa gordura poderá se reabsorver. É impossível se prever o percentual de permanência dessa gordura; entretanto, são dedicados cuidados especiais no tratamento dessa gordura, a fim de propiciar maior possibilidade de sucesso.

Cirurgia Pós-Bariátrica

Não. Como o paciente só irá para cirurgia em condições ótimas de saúde, a cicatrização
será semelhante a uma pessoa sem gastroplastia. Caso haja alguma deficiência nutricional, poderá ocorrer prejuízo na cicatrização.

Veja mais: Cirurgias Ex-Obeso

O paciente pós-gastroplastia ou pós-cirurgia bariátrica pode apresentar algumas deficiências nutricionais. Em alguns casos e, dependendo da
técnica da gastroplastia, o paciente pode ter dificuldade em absorver alguns nutrientes ou vitaminas. Por isso, solicitamos exames de
rastreamento dessas deficiências além, claro, dos exames pré-operatório de rotina. Uma investigação da função da tireóide também é interessante.
Em casos de déficits nutricionais, anemia ou protéinas baixas realizamos a reposição e tratamento destes. Como se trata de uma cirurgia eletiva
(programada), o paciente só irá para a cirurgia se estiver compensado clinicamente.

Os pacientes após cirurgia bariátrica ou gastroplastia podem realizar todos os tipos de
cirurgia plástica. Os procedimentos pós-gastroplastia mais frequentes são:

  • Abdominoplastia: é o procedimento pós-cirurgia bariátrica mais solicitado pelos
    pacientes e, geralmente, o primeiro a ser feito. Pode ser a abdominoplastia
    clássica, em âncora ou outras variáveis dependendo do caso.
  • Veja mais: abdominoplastia pós-gastroplastia

  • Lifting de coxas ou Dermolipectomia Crural: é cirurgia plástica pós-gastroplastia
    das coxas. Consistem em retirar o excesso de pele e gordura da região das coxas.
  • Veja mais: dermolipectomia de coxas

  • Braquioplastia ou Dermolipectomia Braquial: é a cirurgia plástica pós-
    gastroplastia dos braços. Consiste em retirar o excesso de pele e gordura dos
    braços.
  • Veja mais: braquioplastia

  • Torsoplastia ou Lifting do dorso: é cirurgia plástica pós-gastroplastia da
    região posterior do tronco (acima dos glúteos). Geralmente realiza-se a
    abdominoplastia antes ou associada a esta cirurgia. É indicada para pacientes
    com grande sobra de pele no dorso.
  • Veja mais: torsoplastia

  • Mamoplastia: É cirurgia plástica pós-gastroplastia das mamas. Pode-se
    realizar mamoplastia redutora, mastopexia com ou sem prótese de silicone
    ou simplesmente prótese de silicone. A técnica e o tipo de cirurgia dependerão
    de cada caso.
  • Veja mais: mamoplastia de aumento ou mamoplastia redutora ou
    mastopexia

  • Gluteoplastia: É a cirurgia plástica pós-gastroplastia dos glúteos (nádegas). Pode ser por inclusão de prótese de silicone ou lifting dos glúteos.
  • Veja mais: gluteoplastia ou lifting de glúteos

  • Lipoaspiração: É a lipoaspriação do paciente pós-gastroplastia. Em certos casos,
    não há grande sobra de pele e pode-se realizar apenas a lipoaspiração da região.
  • Veja mais: lipoaspiração

    Quando a abdominoplastia é realizada em conjunto com a torsoplastia, denominamos de
    lifting corporal (body lifting).
    Veja mais: body lifting

    Após a gastroplastia ou cirurgia bariátrica é necessário esperear uma readaptação do organismo àquela nova situação. A curva de perda de peso é bastante acentuada nos
    primeiros meses, diminuindo com o tempo. Em seguida, ganham-se alguns quilos e o peso se estabiliza e deve se mater assim. Isso leva de um ano a um ano e meio para
    ocorrer, e é nesse período em que podemos realizar a cirurgia plastica após a cirurgia bariátrica.

    Cicatrização

    Não há um tratamento definido para a cicatriz quelóide até o momento. Há muitos estudos na área mas sem uma conclusão definitiva. Alguns tratamentos conseguem uma melhora boa inicial mas o grande problema do quelóide é que ele pode voltar (recidiva). Por isso, o tratamento do quelóide exige bastante perseverança do paciente e dedicação do cirurgião para que não haja uma frustração de ambos.

    Através da consulta médica, o cirurgião plástico pode investigar alguns fatores de risco e orientar o paciente. Por exemplo, cicatriz quelóide prévia, cicatriz hipertrófica, história na família de cicatriz patológica e a raça do paciente são fatores que predispõem ao quelóide. Porém não há como excluir a evolução de uma cicatrização desfavorável pois existem fatores que fogem do domínio do cirurgião e do paciente.

    A causa deste distúrbio não está suficientemente esclarecida. Fatores hormonais, metabólicos, genéticos e imunológicos estão em estudo.

    É uma cicatriz espessa e elevada, de superfície lisa ou rugosa com coloração variando de cor da pele, avermelhada ou escura.

    Através da técnica cirúrgica, da localização da incisão, do material utilizado no fechamento da ferida cirúrgica o cirurgião consegue um bom domínio da cicatrização. Porém, cada paciente tem suas particularidades. Alguns pacientes podem evoluir com cicatriz quelóide ou inestética por razão genética independente do cirurgião ou técnica utilizada.

    Estes procedimentos, por serem realizados através de agulhas finas geralmente não deixam cicatrizes.

    Não. Hoje os procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos, por vídeo-endoscopia assistida e técnicas mais modernas reduzem e/ou disfarçam bastante as cicatrizes. Porém mesmo que seja quase imperceptível, sempre haverá cicatriz.

    Sim. Por diminuir o inchaço (edema), a drenagem tem um papel favorável na cicatrização. O edema prejudica a cicatrização diminuindo a oxigenação, os nutrientes, a deposição de proteínas e os fatores de crescimento na ferida operatória.

    O cigarro, o diabete melito (diabetes), a idade avançada, as irradiações (ex.: radioterapia), tensão na ferida (ex.: repouso inadequado no pós operatório), as deficiências nutricionais (ex.: vitaminas e minerais), o uso de determinados hormônios (ex.: os esteróides), o edema (“inchaço”), infecção e falta de oxigenação (hipóxia) são alguns do fatores que geralmente contribuem para uma cicatrização com evolução desfavorável.

    Por 24 a 48 horas deve-se mantê-las fechadas e secas. As incisões de cirurgia plástica bem-aproximadas em geral estão epitelizadas em 24 a 48 horas, formando uma barreira a líquidos. A partir deste tempo, pode-se lavar a ferida e mantê-la inclusive aberta com hidratante específico. Isto, claro, de acordo com a cirurgia e as orientações do seu médico.

    Os fatores abaixo influenciam na cicatrização e podem ou não ser dominados pelo cirurgião plástico e/ou pelo paciente:

  • Técnica cirúrgica: é dominada pelo seu cirurgião plástico.
  • Tensão na ferida cirúrgica: pode ser dominada pelo cirurgião plástica no ato cirúrgico e pelo paciente no pós operatório seguindo as orientações corretas.
  • A direção da cicatrização: de domínio do cirurgião plástico.
  • Localização da cicatriz: depende da área operada e da técnica cirúrgica.
  • Tipo de pele: não pode ser dominada pelo cirurgião nem pelo paciente.
  • Características individuais como tendência a cicatriz quelóide e hepertrofia: não podem ser dominados completamente pelo paciente nem pelo cirurgião. Porém podem ser amenizadas e tratados com repostas inconstantes.
  • Uma cicatriz fina, lisa, clara e relativamente inaparente são os objetivos na cirurgia plástica.

    Esta é uma pergunta relativamente frequente nos consultórios. Quando ocorre uma incisão na espessura total da pele sempre haverá cicatriz. Por isto as cirurgias deixam cicatrizes.

    A cicatrização é um processo essencial e natural dos seres vivos. Todas as vezes que a pele, tecidos ou órgão são lesados acidentalmente ou intencionalmente, como nas cirurgias, ocorre uma resposta do organismo para repará-los. A cicatrização inicia-se no momento que o tecido é lesado e vai ter uma maturação completa com 6 meses até um ano. Por isso, deve-se aguardar este período para observar realmente como ficará a cicatriz.

    A cicatrização é um processo essencial e natural dos seres vivos. Todas as vezes que a pele, tecidos ou órgão são lesados acidentalmente ou intencionalmente, como nas cirurgias, ocorre uma resposta do organismo para repará-los. A cicatrização inicia-se no momento que o tecido é lesado e vai ter uma maturação completa com 6 meses até um ano. Por isso, deve-se aguardar este período para observar realmente como ficará a cicatriz.

    Abdominoplastia

    Até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases são características deste tipo de cirurgia. Ocorrerá evolução da cicatriz, da forma do abdome, bem como da sensibilidade e consistência. Entretanto, poderá lhe ocorrer alguma preocupação no sentido de “desejar atingir o resultado final antes do tempo previsto”. Seja paciente pois seu organismo se encarregará de dissipar todos os pequenos transtornos intermediários que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma de alguma pessoa que não se furtará à observação: “sera que isto vai mesmo desaparecer?”- É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser a nós transmitida. Daremos os esclarecimentos necessários, para sua tranqüilidade. Em algumas pacientes, ocorre uma certa ansiedade nesta fase, decorrente do aspecto transitório (edema, insensibilidade, aspecto cicatricial, etc.). Isto é passageiro e geralmente reflete o desejo de se atingir o resultado final o quanto antes. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia do abdome deverá ser considerado como definitivo antes dos 12 aos 18 meses. Em caso de pacientes muito obesas, poderá ocorrer, após 1 semana, a “eliminação de razoável quantidade de líquido amarelado” por um ou mais pontos da cicatriz. Este fenômeno nada mais é do que o transudamento cirúrgico e a liquefação da gordura residual próxima à área da cicatriz que está sendo eliminada, sem que isso venha a se constituir como complicação. Existem recursos para evitar que esse vazamento venha a lhe ocorrer em situações inoportunas.

    Geralmente utilizamos fios absorvíveis, ou seja, que não necessitam ser retirados após a abdominoplastia. Entretando, quando utilizamos algum ponto não absorvível, retiramos a partir do sétimo dia.

    Sim. Utilizamos curativos que são trocados a partir de 48 horas.

    Em média 1 a 2 horas. Este período poderá ser prolongado, se o caso demandar.

    Anestesia geral ou peridural sempre realizada por um anestesiologiasta.

    Raramente a cirurgia de abdominoplastia traz sérias complicações, desde que realizada dentro de critérios técnicos. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia simultaneamente a outras. O perigo não é maior nem menor que uma viagem de avião ou de automóvel, ou mesmo o simples atravessar de uma rua.

    Não. A abdominoplastia de evolução normal não apresenta dor. O que existe é um grande equívoco por parte de certas pacientes, que são operadas simultaneamente de cirurgias ginecológicas associadas à abdominoplastia e relatam, por isso, dores pós-operatórias. Não costumamos recomendar esta associação de cirurgias, por constituírem certo risco operatório, além de apresentam inconvenientes como dores e resultados menos favoráveis.

    O seu médico ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que na nova gestação seu peso seja controlado por aquele especialista. Aconselhamos entretanto, que tenha todos os filhos programados antes de se submeter a uma abdominoplastia.

    O tipo de biquini dependerá exclusivamente de seu próprio manequim. É claro que os decotes inferiores mais "generosos" ficarão por conta dos casos em que os resultados sejam mais naturais . Lembre-se que o bisturi do cirurgião apenas aprimora suas próprias formas. O resultado poderá ser melhorado ainda mais, com cuidados de uma esteticista ou fisioterapeuta, desde que se associe estes tratamentos complementares logo nas primeiras semanas após a cirurgia.

    Nem sempre. Isto depende do seu tipo de tronco (conjunto tórax + abdome). Se ele for do tipo curto, dificilmente será corrigido. Sendo do tipo longo, o resultado será mais favorável. Também tem grande importância, sob este aspecto, a espessura do panículo adiposo (espessura da gordura) que reveste essa área do corpo. Muitas vezes associamos a lipoaspiração para melhorar o resultado da região.

    Não. O seu próprio umbigo será transplantado e, se necessário, remodelado. Deve-se levar em conta que, circundando o umbigo existirá uma cicatriz que sofrerá a mesma evolução da cicatriz inferior. Várias técnicas existem para a reimplantação do umbigo. Todas elas são passíveis de futuras revisões cirúrgicas, caso venha a ser necessário. Isto acontece em decorrência da anomalia na evolução cicatricial de certas pacientes, e é passível de correção, mediante uma pequena cirurgia sob anestesia local, após alguns meses.

    Na resposta anterior foram feitas algumas ponderações sobre a evolução da cicatriz. Entretanto, resta ainda acrescentar algumas observações sobre o novo abdome, no que tange à sua consistência, sensibilidade e volume.
    Nos primeiros meses, o abdome apresenta uma insensibilidade relativa, além de estar sujeito a períodos de “inchaço”, que regride espontaneamente.
    Nesta fase, poderá ficar com aspecto de “esticado” ou “plano”. Com o decorrer dos meses, tendo-se iniciado os exercícios orientados para modelagem, vai-se gradativamente atingindo o resultado definitivo. Nunca se deve considerar como definitivo qualquer resultado, antes de 12 a 18 meses de pós-operatórios.

    Até o primeiro mês, a cicatriz da abdominoplastia apresenta-se com aspecto excelente e pouco visível. Alguns casos apresentam discreta reação aos pontos ou ao curativo.
    Entre o primeiro mês e 1 ano haverá espessamento natural da cicatriz, bem como mudança na tonalidade de sua cor, passando de “vermelho” para o “marrom”, que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais.
    Após 1 ano, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia do abdome deverá ser feita após este período.

    A cicatriz resultante de uma dermolipecitomia localiza-se horizontalmente logo acima da implantação dos pelos pubianos, prolongando-se lateralmente em maior ou menor extensão, dependendo do volume do abdome a ser corrigido. Esta cicatriz é planejada para ficar disfarçada sob as roupas de banho (há casos, mesmo em que a própria “tanga” poderá ser usada).

    Sendo uma cirurgia que retira determinada quantidade de pele e gordura, evidentemente haverá uma redução no peso corporal, que varia de acordo com o volume do abdome de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que o abdome mantenha com o restante do tronco e os membros. Paradoxalmente, os abdomes que apresentam melhores resultados estéticos são justamente aqueles em que se fazem as menores retiradas. Assim é que a maioria das mulheres apresentam certa “flacidez” do abdome após 1 ou vários partos, com predominância de pele sobre a quantidade de gordura localizada na região. Estes casos nos permitem excelentes resultados. Em outros casos, em que o paciente está com o peso acima do normal, o resultado também será compensatório e proporcional ao restante do corpo; entretanto, vale a pena lembrar que “excesso de gordura” em outras regiões vizinhas do abdome ainda existirão, o que nos leva a aconselhar àquelas que assim se apresentem a prosseguir com um tratamento clínico ou fisioterápico, para equilibrar as diversas partes entre si.

    Mastoplastia de Aumento

    É uma retração exagerada da cápsula fibrosa normal (que se forma em torno da prótese), que determina certo grau de endurecimento à região, quando palpada. Alguns casos estão sujeitos à tal retração; entretanto, se isto ocorrer , as próteses poderão e deverão ser retiradas, através das mesmas cicatrizes. Posteriormente, ambos, cirurgião e paciente, poderão ponderar sobre a conveniência ou não da reintrodução de outras próteses , um diferente plano de introdução ou outra conduta que melhor se adapte ao caso. A retração da cápsula ou o esvaziamento da prótese, nunca refletem imperícia do cirurgião, mas sim, um comportamento reacional atípico do organismo das pacientes,devido à presença das próteses de silicone. Atualmente o número de retrações de cápsula diminuiu bastante, devido ao advento de inovações técnicas introduzidas na cirurgia plástica.

    Exercícios físicos para os membros inferiores são liberados com 2 semanas, poderão ser reiniciados evitando-se o "alto impacto". Os exercícios que envolvam o tórax e os membros superiores são liberados com 6 a 8 semanas.

    Até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases. Se lhe ocorrer a preocupação no sentido de "desejar atingir o resultado definitivo antes do previsto", não faça disto motivo de sofrimento: tenha a devida paciência, pois seu organismo se encarregará expontaneamente de dissipar todos os transtornos imediatos que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma pessoa que não se furtará à observação: sera que isto irá desaparecer mesmo? É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu médico, que lhe dará os esclarecimentos necessários para sua tranquilidade.

    No primeiro ou segundo dia após a cirurgia.

    Geralmente utilizamos pontos absorvíveis, ou seja, que não necessitam ser retirados. Quando utilizamos algum ponto não absorvível, retiramos com 1 semana.

    O curativo colocado na cirurgia permanece com a paciente por 48a 72 horas. Após este período ele é trocado diariamente.
    Veja mais: curativos

    De meio dia a 24 horas. Geralmente a paciente tem alta no mesmo dia.

    Em média de 90 minutos até 120 minutos se necessário for.

    Anestesia geral; peri-dural ou local; dependendo do caso.

    Raramente a cirurgia plástica de aumento mamário determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência ou não da utilização das próteses de silicone, assim como sobre suas eventuais complicações.

    Geralmente NÃO. Este pós-operatório é bastante confortável. Eventualmente poderá ocorrer manifestação dolorosa, que facilmente cederá com os analgésicos receitados. Evite a auto-medicação e ligue sempre a nossa equipe.

    O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que aquele especialista controle seu aumento de peso na nova gestação. Geralmente não há problema da nova gravidez interferir no resultado, já que a cirurgia é realizada habitualmente "fora do tecido mamário".

    Nos primeiros 2 meses, pode-se utilizar qualquer tipo de biquini ou maiô, de 1 ou 2 peças, desde que a peça superior não fique muito justa. É claro que, após o amadurecimento das cicatrizes, os maiôs poderão ser mais "generosos" ao seu critério.

    Entre 6 meses a 1 ano ocorrerá a cicatrização e maturação das mamas.

    As mamas terão seu volume aumentado através da cirurgia, melhorando sua consistência e forma com a intervenção cirúrgica. Assim é que, neste caso, pode-se escolher o novo volume, pois dispõe-se de vários tamanhos de próteses de silicone a serem introduzidas. Deverá existir uma harmonia entre o volume das mamas e o tamanho do tórax, característica esta que deve ser preservada no planejamento da cirurgia. Deverão ser mantidas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax de cada paciente, a fim de se obter uma maior harmonia estética.

    A principal vantagem da via axilar é a ausência de cicatriz nas mamas e no tórax anterior. Porém, existirá uma cicatriz em cada axila. A prótese, como nas outras vias, pode ser colocada embaixo ou acima do músculo grande peitoral.

    A cicatriz na área da aréola permite disfarçá-la muito bem devido à alteração de coloração entre a pele (clara) e a aréola (escura). Tem uma boa indicação nas pacientes com aréolas grandes que desejam reduzi-las e também na mama tuberosa (mama com base estreita devido a um anel que costrige-a e altera sua forma).

    A maioria das pacientes preferem a cicatriz no sulco mamário. Este sulco está localizado entre a mama e o tórax. Nesta localização a cicatriz é escondida no biquini e não é vista quando a paciente fica em pé. Com o passar do tempo a cicatriz fica bastante inaparente.

    A localização da cicatriz deve ser escolhida pelo cirurgião de acorda com as características das mamas e o desejo da paciente. Existem 3 vias de acesso para a realização da inclusão da prótese de silicone: sulco mamário, aréola (periareolar) e axilar. Desde os primeiros dias pós-operatório poderá ser usado um "decote bastante generoso", pois, as cicatrizes ficam bastante disfarçadas.

    Como toda cirurgia plástica, haverá cicatriz. Felizmente, esta cirurgia permite-nos colocá-las bastante disfarçadas, o que é muito conveniente.

    Mastoplastia Redutora

    Exercícios físicos para membros inferiores, caminhada e bicicleta (na academia) podem ser retomados com 4 semanas. As demais atividades, inclusive para membros superiores e tórax estão liberadas com 8 semanas.

    Você não deve esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases. Se lhe ocorrer a preocupação no sentido de “desejar atingir o resultado definitivo antes do tempo previsto”, não faça disso motivo de sofrimento: tenha a devida paciência, pois, seu organismo se encarregará espontaneamente de dissipar todos os transtornos imediatos que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma pessoa, que não se furtará a observação: “será que isso vai desaparecer mesmo?”. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião que lhe dará os esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade.

    Geralmente, após o primeiro ou segundo dia pós mamoplastia.

    Geralmente utilizamos pontos absorvíveis, ou seja, que não necessitam ser retirados. Quando utilizamos pontos não são absorvíveis, retiramos a maioria com 1 semana.

    Os curativos pós mamoplastia redutora são mantidos por 24 a 48 horas. Após este período, são trocados periodicamente.
    Veja mais: curativos

    Geralmente a paciente pode ter alta no mesmo dia. Varia de meio período a um dia.

    Geralmente 2 a 4 horas dependendo do tipo das mamas.

    Anestesia local , geral, peri-dural ou associada, a critério do cirurgião.

    Raramente a cirurgia plástica mamária sofre complicações sérias. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente. São os mesmos riscos do cotidiano. O perigo não é maior ou menor que viajar de avião, automóvel, ou atravessar uma via pública.

    Geralmente não, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à movimentação dos braços nos primeiros dias.

    O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que aquele especialista controle seu aumento de peso na nova gestação. Geralmente não há problema, em caso de nova gravidez. Quando se tratar de mamas muito grandes, que foram reduzidas acentuadamente, a lactação poderá ficar prejudicada. Em casos de pequenas e médias reduções, a lactação poderá ser preservada. Algumas pacientes poderão apresentar diminuição da sustentação da pele mamária.

    Após o segundo mês, pode-se vestir qualquer tipo de traje, de uma ou duas peças, desde que a peça superior não fique muito justa. É claro que, após o amadurecimento das cicatrizes os maiôs poderão ser mais “generosos”, a seu critério. Nas grandes reduções mamárias, entretanto, a cicatriz horizontal é um pouco mais extensa o que determinará a escolha do maiô que melhor disfarce sua presença.

    O resultado definitivo após mamoplastia redutora ocorrerá somente entre o 8º e 18º mês. Porém, no período imediato já teremos uma melhora muito boa no aspecto global das mamas.

    As mamas podem ter seu volume reduzido através da cirurgia; além disso sua consistência e forma também são melhoradas com a cirurgia. Nos casos de redução de volume e levantamento de sua posição, podemos optar por vários volumes, dentro das possibilidades que a mama original nos permita planejar, sem comprometê-la futuramente. Aqui, como no caso do aumento do volume, deverão ser equilibradas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax da paciente afim de obtermos maior harmonia estética. Nessa ocasião procura-se melhorar o aspecto quanto à flacidez e a forma da mama original.

    Dependendo da técnica empregada, poderemos ter variações quanto às cicatrizes. Normalmente existem cicatrizes situadas em forma de “T” invertido, na parte inferior da mama. Aquela situada em torno da aréola fica bastante disfarçada pela própria condição de transição de cor entre a aréola e a pele normal. Outros tipos de cicatrizes, como em “I “, “L /J “ ou periareolares, são viáveis. Desde os primeiros dias de pós-operatório poderá ser usado um “decote” bastante “generoso”, pois as cicatrizes ficam escondidas. Com o decorrer do tempo (vide item anterior), as cicatrizes vão ficando mais discretas.

    Como toda cirurgia plástica, haverá uma ou mais cicatrizes. No caso da mamoplastia redutora, geralmente a cicactriz é um “T” Iinvertido. Porém, esta cirurgia permite-nos colocar as cicatrizes escondidas dentro do sutiã ou biquini., Isto é muito conveniente nos primeiros meses. As cicatrizes passarão, obrigatoriamente, por diversas fases até que se atinja a fase final de maturação.
    Veja mais: cicatrizes

    Otoplastia

    Desde que devidamente conduzida a cirurgia, o resultado será definitivo. Convém salientar que uma leve assimetria poderá ocorrer, pois, mesmo as pessoas não operadas e que tenham orelhas normais, não apresentam simetria absoluta.

    Após a retirada do curativo já teremos em torno de 80 % do resultado almejado. Após 12 semanas, o resultado será praticamente definitivo.

    Geralmente utilizamos fios de sutura absorvíveis, ou seja, que não necessitam ser reitirados. O próprio organismo absorve-os. Quando utilizamos pontos inabsorvíveis, podem ser retirados com 1 a 2 semanas.

    Utiliza-se um curativo com algodão e atadura semelhante a um capacete por um dia. Faz -se a proteção da cicatriz com curativos pequenos e utiliza-se faixa tipo ‘ballet” ou “tênis” por 4 semanas. Pode-se proteger a orelha (principalmente em crianças), nos primeiros dias, com uma espécie de touca, a fim de evitar traumatismos locais.

    Certo incômodo poderá ocorrer no pós-operatório. Quando houver esta intercorrência, poderemos combatê-la com analgésicos comuns.

    Como as demais cirurgias plástica, o perigo não é maior ou menor que aquele de se viajar de automóvel, avião ou mesmo o simples atravessar de uma rua. São riscos do cotidiano, os quais estamos acostumados a enfrentar.

    Geralmente em torno de 60 a 90 min.Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

    Meio período a 1 dia, dependendo do tipo de anestesia e idade do(a) paciente.

    Crianças: anestesia geral. Adultos: anestesia local com ou sem sedação (a critério).

    Nem sempre. Como toda cicatrização está sujeita a evoluir patologicamente, uma pequena porcentagem da população pode evoluir com cicatriz quelóide.

    Como toda cirurgia, haverá cicatriz. Porém, a cicatriz desta cirurgia fica muito camuflada, por localizar-se atrás da orelha, no sulco formado por esta e o crâneo. Isso torna a cicatriz da orelha de abano praticamente imperceptível. Além do mais, como se trata de região de pele muito fina, a própria cicatriz tende a ficar praticamente inaparente, mesmo em algumas técnicas que utilizam pequenas incisões na face anterior.

    Mentoplastia

    Em muitos casos o próprio cirurgião recomenda a associação das duas cirurgias, visando um melhor equilíbrio estético da face. Não é infreqüente que pacientes com queixa de rinomegalia (nariz grande) apresentem na verdade um hipodesenvolvimento do mento. Assim, a mentoplastia associada ou não à rinoplastia é tem uma excelente indicação.

    Não deverá ocorrer grandes alterações fisionômicas. Apenas haverá um melhor equilíbrio de sua fisionomia, mantendo suas características individuais.

    Deve-se pesquisar a presença de cárie, infecção oral ou fratura de dentes. Qualquer intercorrência odontológica deve ser comunicada ao cirurgião plástico antes da mentoplastia. Este fato aumenta a chance de infecção na mentoplastia. Caso ocorra esta eventualidade, solicite de seu dentista que a trate, antes mesmo de procurar seu médico para a cirurgia de mentoplastia de aumento.

    Em média 1dia. Casos especiais poderão determinar cuidados relativos por 4 a 5 dias, sem contudo necessitar-se de repouso absoluto.

    Geralmente não é doloroso. Quando ocorre dor é de baixa intensidade e é controlada facilmente com analgésicos prescritos por nossa equipe.

    É um biomaterial de polietileno linear poroso de alta densidade (Porex) que são pré-moldados pelo fabricante. São oferecidos diversos tamanhos e formas pelo fabricante. O cirurgião plástico, de acordo com as características de cada paciente, molda-o e esculpe-o. Após introduzi-lo na região desejada, ele é fixado com parafusos específicos

    Na prótese de mento podemos utilizar anestesia local com sedação ou geral.
    Já no avanço de mento com osteotomia, utilizamos optamos pela anestesia geral.
    Todos os procedimentos são realizados no hospital e com assistência de um anestesiologista.

    Realizamos uma incisão na mucosa do vestíbulo oral (dentro da boca) abaixo do lábio inferior. A cicatriz fica totalmente escondida dentro da boca sem qualquer problema para o paciente já que mucosa se reconstitui muito bem.

    Utilizando técnicas e manobras da cirurgia craniofacial realizamos uma osteotomia (serramos o osso) do mento. Com isso, podemos avançá-lo ou retraí-lo de acordo com a necessidade do caso. Fixamos este osso com placas de titânio. Tem a vantagem de utilizar o próprio tecido do paciente para fazer a cirurgia.

    Apesar de ainda hoje utilizarem prótese silicone com relativa freqüência para a mentoplastia, em nossa opinião este marterial causa absorvção óssea e um resultado desfavorável com o passar dos anos. Por isso, nossa escolha é pelo polietileno biocompatível de alta densidade (Medpor – Porex). Este material é integrado ao osso do paciente e ainda pode ser esculpido pelo cirurgião para um resultado mais harmônico.

    É a cirurgia plástico do mento ou região do queixo. Na cirurgia de aumento ou avanço de mento, podemos utilizar uma prótese ou fazer o avanço do prórpio mento do paciente através de osteotomia. Quando queremos realizar um retração do mento, somente a osteotomia pode resolver o problema.

    Estética

    Questões relacionadas aos procedimentos de estética.

    Depilação a laser

    A depilação com cera quente ou fria, pinça ou eletrólise deve ser evitada por entre quatro e seis semanas antes e durante o tratamento a laser. O uso de lâminas e cremes depilatórios é permitido porque esses procedimentos preservam a estrutura do pêlo, mantendo sua haste intacta no folículo.

    Depende do aparecimento de novos pêlos no local. Imagine a pele como um campo semeado. Você pode retirar toda a plantação madura, mas nada impede que uma semente esquecida germine depois de alguns meses ou anos. Com o pêlo acontece a mesma coisa. Isso é possível porque existem folículos imaturos, que vão se desenvolver no futuro.

    Não. Nenhum laser proporciona depilação definitiva, já que alguns podem voltar a nascer após algum tempo. É necessária uma manutenção anual, para o pêlo mais teimoso que possa surgir. Porém a associação da técnica certa com um bom profissional e um aparelho qualificado para o tipo de pele garante depilações duradouras.

    Há controvérsias. Alguns profissionais liberam o uso, já que a descoloração é apenas na parte externa do pêlo. Outros afirmam que o descolorante prejudica a ação do laser. Recomendamos manter o fio escuro antes de cada sessão.

    Não exatamente. O resultado e o princípio de destruição do pêlo são os mesmos, mas a operacão é diferente. A luz pulsada — diferentemente do laser — tem um comprimento de onda luminosa específico para reduzir o folículo de forma gradual. Por ser mais suave, pode ser usada em peles morenas, negras e asiáticas, em qualquer coloração de pêlo (loiro, castanho, ruivo ou preto) e no corpo todo. A grande desvantagem é que o tratamento com a luz pulsada é um pouco mais demorado: exige, em média, duas ou três sessões a mais do que o laser.

    Sim. Se a intensidade do aparelho não for bem calculada, podem ocorrer queimaduras de segundo grau, formação de bolhas em alguns pontos ou ainda o escurecimento temporário da região afetada. Por isso mesmo, o ideal é que a primeira sessão seja bem leve, numa baixa graduação do aparelho. Assim, o profissional pode avaliar a pele. Dependendo do tipo de laser utilizado, se você tomar sol diretamente na área depilada nos primeiros dias após a sessão, corre o risco de manchar.

    O ideal é ficar pelo menos três semanas sem tomar banho de sol antes de começar o tratamento. Depois de cada sessão, é comum a aplicação de um gel calmante ainda na clínica. Evite calor ou transpiração intensos e sol no local. No caso de ardência ou queimação, faça compressas geladas por 30 minutos.

    Não. O pêlo só é destruído durante a fase de crescimento. Mesmo em uma área com poucos fios, parte estará crescendo, parte em repouso. As sessões são realizadas em média a cada 30 dias para que possam atingir os pêlos nas duas fases. Após a primeira aplicação, os resultados já são visíveis e, ao 
final de seis aplicações, quase todos os pêlos são eliminados.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Laser, o tratamento dura seis sessões, em média. A cada aplicação, muitos dos folículos pilosos são destruídos, não produzindo mais pêlos, enquanto outros são danificados, permitindo que os fios voltem a nascer. A cada sessão adicional, os sobreviventes vão diminuindo e, depois de quatro a seis aplicações, restarão apenas alguns pêlos na área tratada.

    Todas as áreas do corpo respondem bem ao laser.

    O local fica quente e vermelho. O incômodo dura de duas a quatro horas em média e, posteriormente, algumas áreas podem escurecer um pouco e formar crostinhas, que desaparecem em questão de dias.

    Quanto mais fina e sensível for a pele, maior é a sensação de desconforto. O uso de anestésicos locais, como o Emla e o Anestop, tornam as sessões menos doloridas — principalmente em áreas mais sensíveis, como o buço, ou em sessões longas.

    Ele elimina o pêlo porque a sua energia, em forma de luz, é atraída e captada pela melanina, pigmento presente na haste do fio e responsável pela sua coloração. Essa energia térmica destrói ou retarda a capacidade de o folículo produzir um novo fio. Os pêlos que não são eliminados na hora crescem lentamente, mais claros e finos.

    Peeling

    Dependendo de suas futuras atividades o resultado pode ser muito longo. Um programa de proteção solar, não fumar, hidratação adequada e às vezes, o uso de ácido retinóico prolongam bastante os benefícios de um Peeling Químico. Entretanto, você e sua pele continuarão a sofrer a ação do tempo.

    As diferentes formas de Peeling podem beneficiar quase todos os tipos de pele, mas o seguinte guia pode ajudar:

    Tipo I - Sem rugas, tipicamente com menos de 35 anos, necessita pouca maquiagem.

    Tipo II - Rugas apenas aparecem quando há movimentação na face (por exemplo, ao sorrir), tipicamente entre 25/35 anos, cor amarelada e com sinais de dano solar precoce.

    Tipo III - Rugas mesmo com a face em repouso, especialmente ao redor dos olhos, boca e testa, idade entre 30/65 anos, descoloração, e aparecimento de pequenos vasos sangüíneos.

    Tipo IV - Severo envelhecimento, com muitas e profundas rugas.

    Os pacientes com peles tipo II e III são os que mais se beneficiam dos Peelings médio e superficial.

    A maioria das pessoas necessita de 5/7 dias para recuperação do Peeling de média profundidade. Durante esse tempo, não há dor, mas a pele mostra aparência de severa queimadura solar. Por esse motivo, a maioria dos pacientes permanecem em casa. Como a pele fica sensível à luz por várias semanas, é muito importante afastar-se de exposição solar forte, usar filtro solar e adotar outras medidas de proteção.

    O procedimento é realizado em consultório sem necessidade de internação. Assim que a medicação é aplicada, durante 5 a 7 minutos acontece sensação de ardência e queimação, que desaparece sem necessidade de sedação ou anestesia.

    Existem vários tipos de agentes esfoliativos, e em variados concentrações, que podem ser usados. Apesar de um Peeling normalmente ser suficiente para melhorar a aparência de sua pele, alguns problemas são mais profundos que outros. Você pode necessitar de concentrações mais potentes, ou mais de um Peeling para atingir os melhores resultados.

    Quando um agente esfoliativo é aplicado na pele, as camadas superiores renascem e, após alguns dias, descamam. Isto expõe uma camada nova, com uma textura mais lisa e coloração mais uniforme. Somado a isso, a esfoliação estimula o crescimento de novas células, esticando a pele, diminuindo as rugas.

    Portanto, pode efetivamente melhorar a textura da pele, eliminar sardas e manchas irregulares, dano solar (incluindo lesões pré-cancerosas, rugas finas) e diminuir cicatrizes de acne.

    É o uso de uma solução aplicada na pele, para renovar células mortas e promover a produção de novas. Compacta a pele, reduz o número de rugas e rejuvenesce.

    Todos os dias, milhares de células da pele morrem, descamam e são substituídas por novas. Com o envelhecimento, esse processo torna-se mais lento, dificultando para a ele renovar manchas escuras ou corrigir o dano causado pelo sol. A função de um Peeling Químico é criar uma descamação controlada de várias camadas de células danificadas.

    Preenchimento Facial

    Não. O preenchimento pode ser realizado em pessoas de qualquer idade.

    Não. Porém o paciente pode sentir um pequeno desconforto no momento da aplicação, e devido as substâncias utilizadas, é normal que o local da aplicação fique um pouco inchado por cerca de 3 dias.

    Pode ser aplicado em praticamente todas as regiões do corpo e mãos. Os locais mais habituais de preenchimento são os lábios, sulco nasogeniano, maçã do rosto e linhas de expressão.

    São implantes na forma de gel, aplicados em rugas, sulcos ou vincos. Possuem efeito expansor na pele, apresentando efeito de preenchimento imediato. O paciente vê na hora o resultado do preenchimento.

    Consiste no preenchimento de determinadas áreas do rosto para corrigir pequenas imperfeições. Ele é o método de escolha para preenchimento de lábio, sulcos nasogeniano e sulcos em testa.

    Botox

    Recomendamos não tomar sol no dia após a aplicação. Em caso de equimose (roxo) após aplicação, aguardar a pele clarear. Não há restrições ao sol durante o tratamento com Botox. Sempre utilizar filtro solar porque o objetivo é o rejuvenescimento facial.

    Deve-se evitar atividade física no dia, evitar deitar nas primeiras 4 horas após a plicação, não esfregar a região e não passar cremes faciais no dia após a aplicação.

    A aplicação do Botox é rápida, simples e realizada em alguns minuto no consultório. O paciente já pode voltar ao trabalho após a aplicação.

    Existe a necessidade de repetir as aplicações para se manter o efeito, mas à longo prazo existe um efeito residual por diminuição da atividade do músculo e controle do hábito de contrair. Pode então ser necessário doses menores do Botox para se obter o efeito desejado. Mas isto não ocorre igualmente para todas as pessoas que utilizam o Botox.

    Geralmente o efeito do Botox começa em 4 horas. Tem um bom efeito em 7 dias e em 14 dias é o efeito que permanecerá por 4 a 6 meses.

    As melhores idades para a aplicação do Botox são pacientes jovens que ainda não possuem a pele marcada pela ruga (rugas estáticas). Nos jovens conseguimos acabar temporariamene com as rugas dinâmicas e prevenir o aparecimento das rugas estáticas. Nos pacientes com as rugas que á marcaram a pele (rugas estáticas), podemos associar técnicas tais como laser, preenchimento e peelings.

    Há produtos que simulam em menor grau o botox. Têm um resultado inferior à toxina botulínica (Botox). São chamados de “Efeito Cinderela”.

    A aplicação do Botox é muito bem tolerado. Passamos uma pomada anestésica com 30 minutos de antecedência e no consultório colocamos gelo local. Isto diminui muito a sensibilidade e sensação de dor.

    O Botox atua bloqueando a placa neuromuscular do local onde foi aplicado. Isto paraliza a musculatura desta região acabando com as rugas dinâmicas.

    O Botox mais frequentemente não apresenta nenhum efeito colateral. O medicamento foi testado desde 1984 nos Estados Unidos e é liberado pelo FDA americano, que é o mais rigoroso controle de medicamentos do mundo. É liberado desde 1992 pelo Ministério da Saúde do Brasil. A toxina botulínica (Botox) não pode ser aplicada em mulheres grávidas e amamentando.

    Exitem várias técnicas para aplicação de botox. Utilizamos um conceito de beleza moderna em que a naturalidade é fundamental. Por isso nossos pacientes tendem a permanecer sem rugas e com expressão facial.

    A maior indicação do Botox na estética é tratar as rugas levando ao rejuvenescimento facial.
    Sempre que provocamos uma contração muscular através das expressões faciais formam-se rugas. Com o tempo estas rugas tendem a ficar mais aparentes e, às vezes, mais marcadas. A melhor indicação para o botox são as rugas dinâmicas, ou seja, aquelas que só aparecem quando realizamos expressão facial. As rugas estáticas também são amenizadas com o botox porém podem não desaparecer por completo. Nestes casos, outros procedimentos são também indicados.